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Podcast

SPFW N51: tudo o que você precisa saber

Neste episódio, contamos todos os destaques da SPFW N51 que rolou na última semana. E ainda: a Telfar Clemens entra de vez para o mundo dos esportes, o conglomerado de luxo Kering investe no aluguel de bolsas e a marca mineira Skazi é investigada por suspeita de sonegação de impostos.

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A edição de número 51 da São Paulo Fashion Week, o maior evento de moda da América Latina, começou na última quarta-feira, dia 23, e se estendeu até a noite de ontem, domingo, dia 27.

Assim como em 2020, o evento foi inteiramente digital, em função da pandemia, com transmissão ao vivo pelas redes da organização e uma mediação feita por um time de apresentadoras, entre elas a jornalista Lilian Pacce e as modelos Carol Ribeiro e Natasha Soares, esta última co-fundadora do coletivo Pretos na Moda e Sankofa.

Então, vamos para os destaques! A começar pelas estreias. Nesta edição foram sete marcas que debutaram: são elas Anacê, Igor Dadona, Ronaldo Silvestre, Soul Básico, Victor da Justa, Rocio Canvas, Esfer (que foi a primeira marca de joalheria a se apresentar no calendário), além de Weider Silveiro e Walério Araújo.

Desses estreantes dá para dizer que dois chamaram bem a atenção. Foi o caso da marca paulistana Anacê, de Ana Clara Watanabe e 3Cecília Gromann, que partiu da ideia de escassez para che gar à noção de itens essenciais no armário e na vida, e, assim, criar produtos simples, mas muito bem feitos.

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E, claro, ele: Walério Araújo. O estilista de 51 anos, que é um veterano da indústria (mesmo não fazendo parte da semana de moda paulista até agora), aproveitou a sua estreia para celebrar os seus 30 anos de carreira.

Walério fez da sua coleção um álbum de memórias aberto. Ou seja, muitos dos elementos de sua história apareceram, como uma homenagem à sua mãe, sua famosa cachorra Mazé, os boys, Exu, além de toda a sua relação com São Paulo, principalmente a 25 de Março e o Copan. Personalidades e amigos foram convidados para o desfile e alguns deles usavam, inclusive, looks vintage de Walério.

Mas se teve uma estreia poderosa, essa foi a de todo o projeto Sankofa. Em nosso episódio de número 50, duas semanas atrás, a gente já tinha falado desse coletivo de estilistas negros, composto por oito marcas independentes.

Iniciativa da plataforma Pretos na Moda e da Startup de inovação social, VAMO, que é o acrônimo para Vetor Afro-Indígena na Moda, o seu objetivo é unificar profissionais racializados no mercado de moda e criar um processo reparatório, também com indivíduos racializados, na moda nacional.

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Essas oito marcas são a Ateliê Mão de Mãe, Az Marias, Meninos Rei, Mile Lab, Naya Violeta, Santa Resistência, Silvério e Ta Estúdios. Todas elas se apresentaram neste último evento, após receber consultorias de marcas já participantes da SPFW e tiveram outros suportes profissionais de diversas frentes. E o que a gente pode dizer é que o Sankofa foi um sucesso.

Dois nomes já chegaram com o pé na porta, no primeiro dia: Meninos Rei, que fez uma das coleções mais interessantes da temporada, como um todo, e apresentou um patchwork complexo de estampas africanas. E a Ateliê Mão de Mãe, criada muito recentemente, durante a pandemia, mas que já propôs um uso mais urbano para o crochê que é bonito de ver.

Além deles, destaque também Naya Violeta, que fez história ao ser a primeira estilista do centro-oeste, mais especificamente do estado de Goiás, a se apresentar na maior semana de moda da América Latina. Ela apresentou a coleção foguete, inspirada no fogo. E a Tá Studio, que tem um trabalho voltado para roupa sem gênero mostrou que o genderless pode, ir muito além de uma camiseta básica.

Para coroar todo esse acontecimento que diversificou mais a semana de moda, trouxe muita referência afrobrasileira para a passarela e descentralizou o calendário, cinco dessas oito marcas contaram com trilhas sonoras produzidas pelo rapper baiano Baco Exú do Blues, que você está escutando agora.

Mais um destaque dessa temporada foi a série de colaborações. A ALG, braço streetwear da À La Garçonne, marca de Alexandre Herchcovitch e Fabio Souza, colocou o Pernalonga — sim, o Pernalonga — na plateia de seu desfile virtual, para apresentar a sua parceria com a Warner Bros. A collab foi uma série de itens com imagens do longa Space Jam: Um Novo Legado, sequência do filme de 1996, Space Jam: O Jogo do Século.

Duas outras grifes que fizeram parcerias parecidas foram a Another Place, que se uniu a uma marca de cerveja alemã, a Becks, e Isaac Silva, que fez duplinha com a marca de calçados Havaianas, nessa temporada. A parte boa é que esses casamentos, apesar de soarem muito estranhos em um primeiro momento e ter um óbvio objetivo comercial, funcionaram nas coleções sem que as marcas de moda perdessem os seus DNAs.

E agora uma olhada nos veteranos. A Modem, de André Boffano, fez uma apresentação em vídeo simples, mas digna de aplauso quando o assunto é a roupa. Sem perder a essência minimalista, o estilista arriscou mais na paleta e revisitou o acervo de sua marca para reproduzir peças mais leves. Ponto positivo.

Já Ronaldo Fraga, que na temporada do ano passado fez uma apresentação em celebração à Zuzu Angel e bastante indignada com o Brasil atual, dessa vez, escolheu a poesia como forma de ativismo. A investigação se deu no Cariri cearense, lá da Chapada do Araripe, no sul do Ceará. E a sua coleção foi uma ode às mestras e mestres, que é a maneira como são chamados alguns dos tradicionais habitantes da região que preservam o folclore local.

O projeto Ponto Firme, liderado pelo estilista Gustavo Silvestre, continuou a mostrar a sua capacidade de fazer uma moda que é também ferramenta de transformação social — e emocionou mais uma vez com o resultado. O Ponto Firme, para quem não sabe, nasceu em uma penitenciária da Grande São Paulo, com o objetivo de capacitar detentos, ensinando a eles a técnica de crochê. Essa é a quarta participação do projeto na São Paulo Fashion Week e, agora, tem rolado com egressos do sistema penitenciário, em função da pandemia.

E, além de Gustavo, um outro Silvestre entrou no line-up desta edição para reforçar esse tipo de moda que muda a vida das pessoas. Trata-se de Ronaldo Silvestre, um estilista mineiro, que apresentou a sua coleção de estreia, toda produzida com costureiras do Instituto ITI. O Instituto ITI foi fundado e é dirigido por ele em Itabira, Minas Gerais, e tem como objetivo também capacitar pessoas em situação de vulnerabilidade, por meio do ofício da costura e do bordado. Assim como o Gustavo Silvestre, Ronaldo Silvestre também faz esse trabalho social com o upcycling, reaproveitando resíduos têxteis.

E pra provar que este é o grande termo da moda atualmente, a estilista Flavia Aranha encerrou o evento na noite passada também levantando essa bandeira. Ela ocupou esse espaço de encerramento, justamente por conta do tema desta temporada da São Paulo Fashion Week: regenerar. Dessa vez, Flavia Aranha fez roupas a partir de resíduos têxteis acumulados em seu ateliê ao longo da pandemia. Sabe quanto foi resgatado? 500 Kg. Tudo isso virou roupa nova , construída pelas mãos de artesãos de diferentes lugares do Brasil.

A ideia do evento é que essa temática, a do regenerar, se estenda em discussões ao longo dos próximos meses e culmine, em novembro, numa nova edição. Tudo isso daria corpo ao Festival SPFW+. Ações presenciais não estão descartadas, mas tudo vai depender da evolução da pandemia de Covid-19 no Brasil.

Telfar Clemens assina uniforme da Libéria nas Olimpíadas

E a evolução da pandemia também gera muitas incertezas em relação às Olimpíadas de Tóquio, programadas para começar no dia 23 de julho. Mas uma aposta pelo menos a gente pode cravar: a equipe da Libéria tem grandes chances de levar o troféu de mais bem vestida dos jogos olímpicos.

Isso porque as roupas da delegação liberiana — tanto aquelas vestidas nas cerimônias de abertura e encerramento, quanto os uniformes usados nas competições — vão ser assinadas por Telfar Clemens, o designer fundador da Telfar, nascido no Queens, em Nova York, filho de pais liberianos.

Não é a primeira vez que um estilista famoso assina o uniforme de uma equipe olímpica. Issey Miyake vestiu a equipe da Lituânia em 1993, Stella McCartney criou as roupas da delegação do Reino Unido em duas Olimpíadas e Ralph Lauren já desenhou vários modelos para os atletas estadunidenses. Mas para o time da Libéria a novidade é um marco. Além de assinar o uniforme dos esportistas, a Telfar vai ser a patrocinadora oficial da equipe da Libéria. É a primeira vez em quase duas décadas que a delegação do país vai contar com um patrocinador.

A ideia de chamar Clemens para a criação dos uniformes partiu do velocista liberiano Emmanuel Matadi. O atleta contou à jornalista Vanessa Friedman, do New York Times, que soube dos talentos do estilista pela namorada, que é fã da famosa bolsa da Telfar.

E já que entrou na seara esportiva, Telfar Clemens aproveitou para incorporar o assunto nas suas coleções. Em setembro, a marca planeja o lançamento de sua linha de sportswear, com peças inspiradas nos uniformes olímpicos da Libéria.

Kering investe em serviço de aluguel de bolsas de luxo 

Se não pode vencê-los, junte-se a eles. E a indústria do luxo já percebeu que a melhor estratégia é andar bem coladinho no mercado de resale e locação de roupas e acessórios, que só faz crescer.

A última grande movimentação nesse sentido foi dada pela Kering, conglomerado de luxo que controla as marcas Gucci, Balenciaga, Saint Laurent e Bottega Veneta, entre outras. Na quinta-feira passada, a Kering se juntou aos investidores da empresa britânica Cocoon, que oferece um serviço online de aluguel de bolsas de marcas de luxo. O aporte, feito juntamente com outros três investidores, foi de 2,5 milhões de libras, no total.

Fundada em 2019, a Cocoon funciona no esquema de assinaturas. Por um valor a partir de 49 libras, ou cerca de 335 reais, por mês, os membros do Cocoon Club podem escolher uma bolsa do acervo da empresa, que conta com acessórios de mais de 30 grifes, entre elas, Chanel, Louis Vuitton e Chloé, além das casas do grupo Kering.

Vale lembrar que essa não é a primeira iniciativa da Kering no mercado de usados de luxo. Em março, o grupo comprou 5% das ações do Vestiaire Collective, uma das maiores empresas de resale online. Em um comunicado sobre o novo investimento, o diretor digital da Kering, Grégory Boutté, diz que a empresa tem uma estratégia de inovação que visa identificar tendências potencialmente disruptivas e moldar o futuro da moda de luxo.

"Este investimento na Cocoon nos permitirá monitorar novos hábitos de consumo e práticas digitais. Vemos o modelo de assinatura como uma tendência muito interessante na moda e, ao estender o ciclo de vida do produto, ressoa particularmente bem com a ambição de circularidade da Kering", afirmou Boutté.

Skazi é investigada por suspeita de sonegação de impostos 

Hit nas redes sociais, onde costuma aparecer vestindo celebridades e influencers, a marca mineira Skazi foi notícia na semana passada por um motivo menos lisonjeiro. Na terça-feira, dia 22, a grife foi alvo de uma operação em conjunto da Polícia Civil de Minas Gerais com o Ministério Público e a Receita Estadual, que investiga suspeitas de sonegação de impostos pela empresa.

Batizada de Ponto sem nó, a operação cumpriu 18 mandados de busca e apreensão em endereços ligados à Skazi em Belo Horizonte e Nova Lima. Foram apreendidos celulares, computadores e documentos pelos agentes.

A operação investiga um suposto esquema de venda de mercadorias sem emissão de nota fiscal ou com notas subfaturadas, ou seja, quando o valor declarado é menor do que aquele que foi efetivamente recebido.

Os investigadores também estão apurando a hipótese de a grife mineira ter criado uma rede de pequenas empresas em nomes de laranjas. O objetivo dessa pulverização seria conseguir se enquadrar no programa Simples Nacional, que oferece uma tributação diferenciada para empresas de menor porte.

Se você está tentando se lembrar se já viu algum look da Skazi por aí, a gente ajuda a refrescar sua memória. A grife conseguiu uma repercussão monstro no BBB, quando a campeã Juliette escolheu um macacão prateado da Skazi para usar bem na final do reality show.

Fundada em 1993 e com mais de 500 pontos de venda, a Skazi foi comprada pelo grupo AMC Têxtil, que detém outras marcas como Colcci, Triton e Tufi Duek. Em comunicado oficial, o grupo informa que comprou a marca Skazi em novembro de 2019, após as datas compreendidas na investigação da Operação Ponto Sem Nó. E que dará maiores esclarecimentos posteriormente, se necessário.

Já o comunicado oficial da Skazi diz que a empresa recebeu com surpresa a força-tarefa nas dependências de sua fábrica, em Belo Horizonte, que está colaborando com os órgãos competentes e que se coloca à disposição da Justiça para o esclarecimento dos fatos.

E adivinha quem está de volta!? Ele mesmo! O nosso editor de beleza Pedro Camargo, com aquele comentário da semana sobre algum assunto do universo da beleza que você não pode perder. Em sua volta, ele analisa a produção na coleção resort da Dior, apresentada no dia 17 de junho. Conta mais, Pedro!

"Oi, gente! Olha só quem tá de volta! Acabei de voltar das férias, ungida, consagrada, descansada, relaxada e preparada pra continuar a comentar belezas e beutés aqui com vocês. Queria falar hoje sobre a beleza do desfile da cruise collection da Dior, que foi desfilada em Atenas e foi inspirada um pouco na mitologia grega e na cultura grega. E eu achei muito curioso que num desfile que tinha tanta coisa pra chamar a atenção – o cenário, roupas absurdas, tudo muito maluco, tudo muito apoteótico – a beleza, que foi uma beleza tão delicada do Peter Phillips nessa meia temporada, chamou súper a atenção, mesmo no meio de tantos outros elementos superchamativos. E fiquei encantado. Achei uma gracinha, porque tinha umas perolazinhas grudadas no rosto das meninas. Achei que foi de uma delicadeza e tão bonito. E achei legal também que, de vez em quando, essas pérolas no rosto combinavam com uma tiara que partia o cabelo das meninas ao meio. E fico tudo tão uníssono e tão bonito. E acho legal também destacar o fato, o resto dessa maquiagem, que, apesar de ser muito simples, ele é muito técnica. Enfim, é o Peter Philips, né, ele é realmente um grande gênio da beleza. Mas é uma pele superdelicada, supernatural, mas ao mesmo tempo muito bem feita, mais pro lado matte, menos glow, porque a gente tem visto tanto glow, tanto glow, tanto iluminador. E daí, de repente, ver uma pele mais sequinha achei muito legal. E o fato de os olhos serem muito delicadamente contornados, quer dizer, tem uma riqueza de sutilezas nessa beleza, que eu acho que vale a pena quem não viu dar uma olhada e quem já viu revê. (risos) E uma curiosidade é que lá no verão 2018, o Leandro Benites, que é um estilista brasileiro, junto com o André Mattos, que é maquiador, fez uma beleza pro desfile dele que também tinha pérolas. E eu estava relembrando dessa beleza enquanto via o da Dior e achei muito interessante como são duas interpretações bem diferentes de um mesmo tema, né? O Peter Philips entrou por uma questão grega e o Leandro e André entraram mais por uma questão de mar, de fundo do mar, de tudo mais. E é bem legal de fazer essa análise, essa comparação. Enfim, é isso. Beijinhos, gente, estava com saudades. Até a próxima."

E, para finalizar o episódio de hoje, a nossa dica cultural da semana, apresentada por C6 Bank & Mastercard. Dessa vez, nossa editora de cultura, Bruna Bittencourt, pega como gancho os 15 anos de lançamento do filme O Diabo Veste Prada para indicar outros bons filmes de moda que estão nos streamings. Fala aí, Bruna!

"Nesta semana, O Diabo veste Prada completa 15 anos. Na época, o filme deu o que falar por mostrar um pouco dos bastidores da moda, com Meryl Streep, Anne Hathaway nos papéis principais e participação de Gisele. A gente vai falar sobre o longa no site da ELLE nesta semana, fique de olho. Por aqui, a gente pega carona na efeméride para lembrar outros três filmes ambientados na moda e que estão disponíveis nas plataformas de streaming, começando por Zoolander. Nessa comédia bem divertida de 2001, disponível no Now, Ben Stiller vive o protagonista que dá nome ao filme e personifica, com muito exagero, todos os estereótipos de um modelo masculino. O filme ganhou uma continuação em 2016, com participações de Marc Jacobs e Kate Moss. Como parte da trama, Ben Stiller e Owen Wilson desfilaram para Valentino, interpretando seus personagens, na semana de moda de Paris. Disponível da Globoplay, o filme Saint Laurent, foca na vida do estilista entre 1967 e 1976, o auge de sua carreira, e traz no elenco Gaspard Ulliel, Louis Garrel e Léa Seydoux. E vamos de clássico: Cinderela em Paris, de 1957, disponível na Amazon Prime Video, em que Fred Astaire vive um fotógrafo, e Audrey Hepburn interpreta a funcionária de uma livraria transformada em modelo. Os dois, claro, se apaixonam. O filme teve consultoria de Richard Avedon, figurino de Edith Head, com colaboração de Givenchy. Para terminar, vamos de outro clássico, "Love to love you baby", de Donna Summer, trilha de Zoolander. Até semana que vem."

Este episódio usou trechos das música Minotauro de Borges, de Baco Exu do Blues; Balanceiro, de Juliana Linhares; Tokyo Gorin Ondo, tema das olimpíadas de Tóquio; Come Together, dos Beatles, Love to love you Baby, de Donna Summer, além de trechos das apresentações de verão 2022, de Another Place e do Resort 2022 da Dior

E nós ficamos por aqui. Eu sou Patricia Oyama. E eu sou o Gabriel Monteiro.

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Até semana que vem!

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