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Olegado de Rita Lee vai além música. Seja em uma das primeiras apresentações com os Mutantes, na TV Cultura, em 1969 – em que usou colete de plumas, calça pantalona e maxióculos quadrados, bem hippie –, seja nos momentos mais místicos, com longas capas bordadas e chapéus, a cantora coleciona figurinos marcantes.

Boa parte desse acervo, guardado por ela ao longo de cinco décadas de trajetória musical, estará em uma exposição sobre sua vida e carreira, prevista para estrear em meados do segundo semestre, em São Paulo. A direção artística é de Guilherme Samora – estudioso da obra da cantora – e a curadoria é de João Lee, seu filho do meio.

Ainda não foram divulgados mais detalhes, mas a expo reunirá figurinos, instrumentos e outros itens raros usados pela cantora desde os anos 1960. Haverá limitação no número de visitantes simultâneos na mostra, que seguirá os protocolos para prevenção da Covid-19.

Longe dos palcos desde 2013, a artista – que trata um câncer de pulmão – e seu time têm preparado uma série de edições comemorativas, como uma reedição do LP de Lança perfume (1980) e a trilogia Classix remix, com sucessos de sua carreira, produzidos em parceria com o marido, Roberto de Carvalho, em versões remixadas por nomes da cena eletrônica como Gui Boratto e Marky.

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Mutante (Gui Boratto Rework) www.youtube.com

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