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Em 2017, quando Emily Ewell e Eduarda Camargo começaram a esboçar o que hoje é a Pantys, a ideia era quebrar os tabus relacionados à menstruação e trazer novas opções sustentáveis para o mercado. Não demorou muito para que suas calcinhas e cuecas absorventes e reutilizáveis se tornassem um verdadeiro sucesso de vendas. Há 54 anos no mercado, a Malwee nasceu dedicada a oferecer roupas confortáveis e de qualidade, com vida útil prolongada. Nos últimos anos, essa máxima ganhou contornos ambientalmente responsáveis com adoção de uma série de medidas para reduzir o impacto da produção na natureza.

Agora, as duas marcas juntam forças para uma collab que combina o melhor de cada uma das partes. Trata-se de uma linha especial de calcinhas feitas com tecidos sustentáveis da Malwee e com tecnologia e design da Pantys. Ao todo foram usadas três malhas para confecção dos novos produtos: a malha canelada de viscose, produzida a partir de reflorestamento certificado; a malha cinza mescla, feita com garrafas PET recicladas; e a malha preta, produzida com apenas 20% da água necessária para a fabricação de um produto convencional.

Disponíveis em dois modelos – hot pants e biquíni – e nos tamanhos P, M, G, GG, XGG e XXG, as peças serão vendidas com exclusividade no e-commerce da Malwee e nas lojas da rede Aqui Tem Malwee de todo o Brasil.

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"A Malwee está sempre em busca de processos mais sustentáveis e alternativas para desenvolver os nossos produtos com o menor impacto socioambiental possível. Assim, estamos sempre atentos ao mercado e observando o que outras marcas que têm esse mesmo propósito estão fazendo, pois acreditamos que não adianta ser sustentável sozinho", diz a gerente de marca Patrícia Calixto. "O caminho é compartilhar as nossas práticas e unir forças para provocar a mudança. E a Pantys é uma marca que está conectada ao nosso jeito de fazer e pensar a moda."

Além de absorventes, reutilizáveis e mais econômicas, todas as peças são impermeáveis, têm toque seco e confortável, são testadas clinicamente e possuem ação antibacteriana, sendo mais higiênicas que um absorvente comum. E também mais responsáveis. Segundo o Instituto Akatu, uma pessoa que menstrua pode acumular cerca de 200 quilos de lixo somente em absorventes descartáveis, que demoram mais de 400 anos para se decompor.

“Estamos animadas com essa parceria e temos certeza que conseguiremos, juntas, impactar milhares de mulheres, desmistificando os tabus relacionados à menstruação e explicando que trocando hábitos conseguiremos cuidar da nossa saúde ginecológica, evitando assaduras, candidíase e diversos outros problemas relacionados ao uso de absorventes descartáveis, além de cuidar do meio ambiente”, finaliza Emily Ewell.

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