desfiles

Ricardo Almeida, 2026.

Ricardo Almeida, 2026

Comemorando 30 anos de desfiles, Ricardo Almeida revisita silhuetas clássicas com leveza nas frentes masculina e feminina, e apresenta as novidades da linha colaborativa RA2.

Fabiana Milazzo, verão 2027

Fabiana Milazzo, verão 2027

Para a coleção de verão 2027, a estilista Fabiana Milazzo se inspira em pássaros para ampliar sua pesquisa de técnicas artesanais.

Penha Maia, 2026.

Penha Maia, 2026

Penha Maia apresenta coleção inspirada na arquitetura paulistana, em desfile no Viaduto Santa Ifigênia, no centro de São Paulo.



Maldito Paris, 2026

Maldito Paris, 2026

O estilista mineiro Francisco Terra traz sua Maldito Paris da França para o Brasil com um desfile que cruza referências LGBTQIA+, fetichismo e volumes exagerados.

Dolce & Gabbana, alta moda 2026

Dolce & Gabbana, alta moda 2026

Inspirada na flora típica de Taormina e na arquitetura local, a Dolce & Gabbana apresenta suas coleções de alta joalheria, alta moda e alta sartoria 2026.

FORCA SS26 HOME

Forca Studio, verão 2027

Com Private Waters, a FORCA Studio apresenta novos materiais e uma nova cartela de cores em uma coleção inspirada no universo marítimo.

Fendi, inverno 2026 alta-costura Na primeira coleção de alta-costura de Maria Grazia Chiuri como diretora criativa da Fendi, a estilista repete fórmulas de sucesso da própria carreira e revisita os arquivos da grife italiana. A apresentação de inverno 2026 de alta-costura da Fendi foi realizada nesta quinta-feira (09.07) na Galleria Nazionale d'Arte Moderna e Contemporanea (GNAMC), em Roma. O motivo da locação é a reativação de uma exposição feita pela grife ali mesmo, em 1985. Na época, Karl Lagerfeld comemorava duas décadas de parceria com as irmãs Paola, Anna, Franca, Carla e Alda Fendi, então proprietárias e diretoras executivas da empresa. Leia mais: Fendi, inverno 2026 O evento também marcou o retorno da Fendi com um desfile da linha couture, o que não acontecia desde 2024, quando Kim Jones era diretor criativo. E Maria Grazia Chiuri, que assumiu tal posição na casa no final do ano passado, revelou pela primeira vez propostas exclusivas e sob medida na maison. Foi a própria designer quem deu a ideia de reabrir a mostra. Chamada de After Un Percorso di Lavoro. Fendi/Karl Lagerfeld 1985. After Steps Through Work, a exibição fica aberta ao público entre o dia 10 de julho e 25 de outubro de 2026. Quem estiver na capital italiana durante o período poderá conferir criações históricas, croquis e outros documentos. Os itens ajudam a entender o legado que Maria Grazia recupera na passarela. A designer olhou, por exemplo, para um casaco branco com linhas negras que formam um labirinto por toda a superfície – e ele foi recriado no look 08. O mesmo item vintage impulsiona uma pesquisa atual sobre a relação da Fendi com a geometria. A conexão gráfica deriva do interesse de Karl pela Secessão Vienense, movimento artístico do final do século 19 próximo à estética Art Déco. Caracterizada por formas como quadrados, losangos, triângulos e círculos, a vertente teve como expoentes os artistas Gustav Klimt e Egon Schiele, e o arquiteto Josef Hoffmann. O primeiro look da coleção é baseado em uma foto da austríaca Emilie Flöge usando um vestido amplo e listrado. Musa e companheira de vida de Klimt, ela foi uma estilista do início do século 20. Leia mais: Fendi, verão 2026 Esse visual de abertura é usado pela atriz australiana Leila George, que estrela o curta Love Monster (2026), exibido antes do desfile. O uso de produções cinematográficas era comum na trajetória de Maria Grazia como diretora criativa da Dior (2016-2025), mas a obra também referencia Karl. Trata-se de uma alusão a Histoire d’eau (1977), de Jacques De Bascher, considerado o primeiro fashion film da história, encomendado pelo Kaiser no passado e que integra agora a mostra na GNAMC. A história do curta – que acompanha uma alemã por Roma nos anos 1970 – inspira as silhuetas de quimono das jaquetas e sobretudos, além do uso de peleteria em capas e mantos. Da própria imagem de Karl, vêm ainda as chokers em formato de gola de camisa e a clássica cartela em preto e branco – homenagens que a diretora criativa já havia feito em sua estreia no prêt-à-porter em fevereiro. Leia mais: Fendi, verão 2025 Contudo, a estilista não se restringe ao passado da marca com o estilista. Ela revisita códigos bem-sucedidos de sua trajetória: lingeries aparentes sob robes, slip dresses com hot pants visíveis e uma alfaiataria que transita entre o masculino e o feminino. Os vestidos leves e transparentes, assinatura da italiana, são feitos de renda, tule, georgette, chiffon e misturas de seda e lã. A imagem geral pode não surpreender, mas se conecta ao desejo couture nessa temporada por simplicidade e roupas ligadas à intimidade – noções que Maria Grazia domina há tempos. Leia também: Fendi, de Karl Lagerfeld a Kim Jones

Fendi, inverno 2026 alta-costura 

Na primeira coleção de alta-costura de Maria Grazia Chiuri como diretora criativa da Fendi, a estilista repete fórmulas de sucesso da própria carreira e revisita os arquivos da grife italiana.

Chanel, inverno 2026 alta-costura.

Chanel, inverno 2026 alta-costura

Em sua segunda coleção de alta-costura para Chanel, Matthieu Blazy aposta na leveza máxima, pequenos detalhes e na proximidade com o corpo (e com a cliente) para transformar o dia a dia em conto de fadas.





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