Um hino à vida: a resposta de Gisèle Pelicot ao horror
Recém-lançado no Brasil, o livro de Gisèle Pelicot, a francesa que foi drogada pelo marido e estuprada por dezenas de homens, coloca a vergonha onde ela tem que estar: do lado dos abusadores.
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Dos balcões de varejo e bastidores de um clube adulto às campanhas, editoriais e tapetes vermelhos mais badalados do mundo, Sheika Daley fala sobre memória, paixão e disciplina.
No terceiro episódio da série Feminismos, você descobre como o feminismo negro reorganizou o debate sobre gênero, raça e poder – e por que falar de igualdade entre mulheres sem considerar o colonialismo pode ser intelectualmente frágil.
No capítulo dois da série Feminismos, mostramos como, 40 anos após a morte da autora de O segundo sexo, sua escrita (e seu pensamento) continua sendo fundamental.
Escalado para vestir com exclusividade a camisa da marca Jordan em parceria com a Seleção Brasileira para o Mundial, o rapper Veigh fala sobre como cantou seu caminho até chegar exatamente aonde está.
No mês que celebra o Dia Internacional das Mulheres, nossa colunista narra a saga diária de muitas delas.
Nosso editor de beleza Pedro Camargo reflete sobre o surgimento, a ascensão, a possível queda da estética clean girl e a lógica cíclica que regula essas movimentações no mundo capitalista.
Após uma intensa dança das cadeiras na direção criativa de grandes marcas de moda, o debate sobre a falta de representatividade feminina na área foi reaceso. Mas enquanto a presença de mulheres segue escassa na ala de criação, no lado executivo, o cenário começa a mudar.
No primeiro episódio da série Feminismos, você entende por que, num mundo cada vez mais polarizado, a conciliação pode ser a última fronteira da luta feminista.
No último episódio da nossa série, explicamos por que, apesar de a “latina makeup” ter se tornado uma trend viral, a beleza latina encontra dificuldades para furar a bolha do Norte Global.
Com ferramentas da neurociência, o neuromarketing estuda o comportamento do consumidor para mostrar como algumas decisões são feitas bem antes de termos consciência delas.
História, produto e identidade mostram por que a latinidade à mesa não cabe em um único rótulo.
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