Em 2017, o lançamento da Fenty Beauty mudou para sempre a maneira como a indústria da beleza enxergava a questão da diversidade. Com 40 tons de base desde o primeiro dia, um número raríssimo para a época, a marca idealizada por Rihanna transformou a inclusão em um assunto de interesse global. O sucesso comercial da iniciativa foi tão grande que deu origem a uma espécie de “efeito Fenty”: dali em diante, quem quisesse lançar uma base se viu obrigado a seguir, no mínimo, o mesmo padrão de quantidade e distribuição de tons praticado pela marca.
Mas será que ao resolver a questão das bases, resolvemos automaticamente a questão do racismo cosmético?
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