A boa onda de Luana Silva
No terceiro episódio da série “Traje: Esporte”, a história da surfista que vem colocando o Brasil de volta ao pódio do circuito mundial de surfe feminino.
No terceiro episódio da série “Traje: Esporte”, a história da surfista que vem colocando o Brasil de volta ao pódio do circuito mundial de surfe feminino.
No segundo episódio de “Traje: Esporte”, a comentarista da Fórmula 1 fala sobre a vida rodando o mundo, a crescente audiência e participação feminina no esporte, e sua relação particular com o tempo.
Jogadores gays nunca foram bem-vindos nos campos do Brasil e do mundo. No primeiro episódio da série “Traje: Esporte”, a história de um ex-goleiro e hoje dirigente de clube, o legado da primeira torcida gay do futebol brasileiro e um estudo sobre a homofobia nos gramados revelam os limites da diversidade no futebol masculino.
Em mais um capítulo da série “Orgulho sem preconceito”, líderes do setor privado e da moda nacional explicam por que a inclusão precisa ser uma engrenagem inegociável na gestão das empresas.
No quinto episódio da série “Orgulho sem preconceito”, você confere um raio-x da representação política da população LGBTQIA+ no Congresso – dos avanços conquistados (quase sempre pelo STF) à paralisia do Legislativo.
Fernanda Gentil, Cristiane Rozeira, Alline Calandrini e Natália Lara falam sobre a Copa do Mundo de 2026: 48 seleções, três países-sede, tensões geopolíticas e uma presença feminina sem precedentes.
No quarto episódio da série “Maternidades Possíveis”, falamos sobre quem opta por dizer não à maternidade.
Mãe de Martin, a jornalista Daniela Arrais conta, no terceiro episódio da série “Maternidades Possíveis”, como é formar uma família com duas mães, numa sociedade que ainda se baseia na heteronormatividade.
No segundo episódio da série “Maternidades possíveis”, você vai ver que no Brasil de 2026 ser mãe cabe em quase qualquer idade – da adolescência aos 50+. Escolher quando a maternidade acontece, porém, depende menos do desejo e mais das oportunidades oferecidas às mulheres.
No primeiro episódio da série “Maternidades possíveis”, mães revelam que, entre desigualdades, sobrecarga e lacunas na lei, o trabalho de cuidar de uma criança segue sem reconhecimento no Brasil.
Enquanto o Congresso debate a redução da jornada de trabalho no país, cada vez mais empresas incentivam funcionários a produzir conteúdos que ficam disponíveis na internet — o chamado EGC. Mas o que o trabalhador ganha com isso?
Traição, gravidez indesejada, assédio e violência doméstica. Com histórias polêmicas, as novelas de frutas antropomórficas são um espelho de como a sociedade ainda enxerga as mulheres.
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