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Há 35 anos no mercado financeiro, Luis Vivas já viu de tudo quando o assunto é empreendedorismo no Brasil. Sempre no Banco Santander, Vivas é contabilista e mestre em Economia pela Universidade Federal do Ceará, com certificação internacional de investimentos (CFP, certified financial planner). Trabalha em todo o território nacional, tendo atuado, por exemplo, na abertura da empresa de Refeição Convênio e da Financeira do Grupo na região Nordeste.

Hoje ele é responsável pela área de meios de pagamentos e recebimentos dos segmentos de varejo no Estado do Rio de Janeiro, além dos segmentos de governos e instituições e universidades no âmbito nacional. Toda essa bagagem foi levada por Vivas ao sexto encontro do #MovimentoELLE, projeto solidário idealizado pela ELLE e pensado para impulsionar o desenvolvimento sustentável entre pequenos empreendedores de moda.

Craque do mundo das finanças, Vivas conhece bem as dores de pequenos e médios empreendedores, assim como os segredos para se movimentar confortavelmente nesse ambiente de constante transformação. “O planejamento financeiro é um processo e se transforma com o tempo, por isso, é importante assumir as responsabilidades e ter noção de cada área da empresa para administrá-la com sucesso”, explica ele.

Abaixo, você confere mais algumas dicas do expert para desenvolver melhor suas habilidades como empreendedor e ver o seu negócio prosperar:

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Assuma o controle

Não é necessária uma grande planilha de Excel, apenas um papel e uma caneta para iniciar o controle da empresa, listando todas as suas despesas. São muitos itens a considerar e eles não podem ficar só na cabeça, pois a probabilidade é de que 45% desses débitos sejam esquecidos e o negócio não prospere. Lembre-se: quando o recurso não é bem administrado, ele acaba.

O erro mais comum

O dinheiro da empresa é da empresa. Não entender isso e tratar as contas do negócio e do dono do negócio como uma coisa só é um erro comum e grave. É preciso ter a clareza de que o dinheiro da pessoa física só entrará depois que todos os pagamentos forem feitos na empresa, porque ela é uma entidade viva. Tente colocar no papel tudo o que é devido e o que tem a receber, para que dentro dessa conta sobre algum dinheiro – que pode ser reinvestido na empresa ou dividido entre o negócio e a pessoa física.

Cada um no seu quadrado

Movimentações financeiras e contabilidade têm que ser separadas. Entenda os custos fixos (salários, internet, telefone, energia, água, aluguel, condomínio) e os variáveis (matéria-prima, mão de obra, comissões de vendas, embalagens, energia) para desenhar o seu plano de negócios de maneira eficiente.

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Na ponta do lápis

Para calcular o seu preço de venda, utilize a seguinte equação: custo de produção + custos de comercialização + impostos + lucro (quanto você quer ganhar, em forma percentual) = preço de venda.

Crédito é bom ou ruim?

Depende da finalidade. É bom para produzir ou empreender, reduzir despesas, melhorar produtividade, oportunidades junto a fornecedores e novos investimentos. É ruim se for utilizado sem planejamento, em linhas de crédito erradas, consumo inadequado, para bancar outras atividades, cobrir despesas de pessoas físicas ou no crescimento desordenado.

Comunique-se!

Se está em situação negativa, a melhor coisa é ir conversar com o banco para negociar e redesenhar o pagamento das dívidas. No Norte e Nordeste, por exemplo, existem bancos regionais de fomento com linhas subsidiadas de crédito. Esteja sempre atento para não perder oportunidades que possam beneficiar a empresa.

Tempo é dinheiro

É preciso dedicar pelo menos 1 hora por semana para avaliar o negócio e o que pode ser feito para melhorá-lo. Não deixe o fluxo solto, pois as chances de surgirem problemas são grandes. Invista em capacitação participando de fóruns, de rodadas de negócios com investidores (as do Sebrae são boas pedidas) ou por meio de cursos online e ferramentas digitais, como o Programa Avançar do Santander Brasil, uma plataforma gratuita de apoio ao empreendedor.

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O futuro é hoje

A pandemia trouxe novos hábitos e novos consumidores que vieram para ficar. Entre as tendências que devem permanecer a longo prazo estão: as compras online, os aplicativos de delivery, pagamentos digitais, e-learning, teletrabalho, telemedicina, lives e vídeos online. Diante desse cenário, muitas empresas precisam se reinventar, considerando a gestão de fluxo de caixa, transformação digital, necessidade de crédito e capacitação.

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