O que seria da arte se não existisse a crítica? Há séculos, as análises e opiniões sobre uma obra são encontradas em texto de jornais e revistas. Em 1711, a extinta publicação londrina The Spectator já fazia crítica da literatura britânica. Além de oferecer uma avaliação de uma obra ao público, o exercício também ajuda a impulsionar o desenvolvimento das linguagens artísticas. Dá para imaginar o cinema da segunda metade do século 20 sem os textos analíticos de Pauline Kael na The New Yorker? E como estariam o rock e a música pop se não fossem as observações de Lester Bangs e Ellen Willis?
Há alguns bons anos, a crítica cultural, como quase tudo na vida, migrou em grande parte do analógico para o digital. Isabela Boscov, que de 1999 a 2015 foi crítica de cinema da revista Veja, é um ótimo exemplo de alguém que soube fazer a transição, mantendo a credibilidade ao dialogar com diferentes gerações. E, claro, outros nomes surgiram na cena (ou melhor, na tela!), adicionando um caráter pop às resenhas. Conheça a seguir três criadoras de conteúdo que mostram que, sim, a crítica de livros, de séries e de filmes vai muito bem, obrigada, nas redes.

DA TV PARA A REDE SOCIAL
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