Dizer que os corpos das celebridades ao redor do mundo ficaram mais magros nos últimos anos já não é novidade. A extrema magreza voltou a se impor como “novo normal” nos tapetes vermelhos e nas passarelas, mas também fora delas – uma mudança estética que parece atravessar diferentes camadas da cultura visual contemporânea e que, aos poucos, redefine o que é percebido como corpo aceitável ou desejável e põe em xeque muitas das conquistas do chamado movimento body positive, que redefiniu a década de 2010.
Tampouco é segredo um dos principais motores dessa virada: a popularização dos medicamentos com análogos de GLP-1, as chamadas “canetas emagrecedoras”, que se disseminaram globalmente, passaram a integrar o cotidiano de parte da população e vêm ampliando o acesso ao emagrecimento medicamentoso, especialmente entre quem tem condições financeiras para arcar com o tratamento.
No paralelo, existe um contexto mais amplo de transformação no entendimento médico sobre a obesidade.
ao melhor da ELLE!Assine a ELLE View e tenha acesso a conteúdos exclusivos na área premium do site: reportagens especiais, análises de mercado e de passarelas, insights e colunas especializadas.A partir de:R$ 9,90 / Mês Já é assinante? Faça aqui seu login