E se na sua primeira viagem de adulta pra Salvador, você tivesse visto no elevador Lacerda um moço dançar segurando um rádio na mão ao som de boneco doido? Lembra da música do boneco doido? “Boneco doido, vai boneco doido, vem boneco doido, vem pro povo vem se balançar”. Não?
Se a partir daí, você tivesse desenvolvido uma certa simpatia, um foco, um interesse vizinho de porta de uma obsessãozinha por bonecos de posto?
Se ao ver o moço do elevador com seu rádio na mão “Boneco doido, vai boneco doido, faz o movimento que a galera vai te acompanhar”, você entendesse que o boneco em questão é um boneco de posto?
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