E se nós quebrássemos algumas regras de beleza?

Em sua nova campanha, Quebrando as Regras, Neutrogena nos convida a questionar padrões, mitos e regras que atravessam nossa relação com o cuidado com a pele.


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CONTEÚDO APRESENTADO POR NEUTROGENA

Não sorria demais para não marcar a pele. Espere as primeiras rugas para começar a se cuidar. Temos até um jeito “certo” de dormir, evitando posições que supostamente acelerariam o envelhecimento da pele. A lista de regras que aprendemos a seguir em nome da beleza é longa. Muitas delas são tão naturalizadas que raramente paramos para pensar de onde vieram ou por que ainda ditam nossas escolhas.

No universo do skincare, esse extenso manual parece ficar ainda maior em uma época em que tendências, resenhas e rotinas cada vez mais elaboradas dominam os nossos feeds. Entre as opiniões e recomendações que se multiplicam nas redes sociais, cresce também a dificuldade de separar o que de fato faz sentido para a nossa vida. É a partir desse cenário que Neutrogena apresenta sua nova campanha, Quebrando as Regras, um convite para olhar com mais atenção para os padrões que seguimos no cuidado com a pele.

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De acordo com Ana Helena Ferraz, gerente executiva de marketing da marca, o ponto de partida da campanha foi justamente essa sensação de excesso de informações. “São muitas pessoas falando sobre o assunto, e a sensação é de que a rotina de skincare acaba ficando cada vez mais complexa. Nós nos sentimos perdidos e não conseguimos entender o que é verdade, o que é mito e por que acabamos nos dobrando a diferentes exigências”, diz. É nesse espaço que a marca propõe uma pausa para questionar: será que todas as regras que seguimos em nome da beleza precisam, de fato, ser seguidas?

Um dos pontos que atravessa essa conversa é a forma como aprendemos a lidar com o envelhecimento. Esperar os primeiros sinais para começar a cuidar da pele, tentar evitar qualquer marca do tempo ou acreditar que envelhecer bem significa permanecer com a mesma aparência são ideias que, de tão repetidas, acabam parecendo naturais. Para a atriz Cleo Pires, embaixadora da campanha, questionar esse congelamento estético foi uma das transformações mais importantes de sua relação com a própria imagem. “Essa ideia de termos que ser da mesma forma para sempre é cruel”, afirma. “Aceitar essas mudanças é o caminho certo.”

Isso não significa, no entanto, abandonar o cuidado, mas entender o que realmente está por trás dele. É uma distinção importante para Cleo, que hoje procura separar a vontade genuína de cuidar da própria pele e do próprio corpo da pressão para corresponder a um determinado padrão. “É uma linha muito tênue, que a gente só percebe quando tem um conhecimento mais aprofundado sobre quem somos”, diz. Essa clareza muda a maneira como nos relacionamos com as informações que recebemos: em vez de seguir automaticamente aquilo que dizem ser necessário, passa a existir espaço para entender o que a pele realmente precisa.

É aí que a ciência se torna uma aliada. No skincare, ela ajuda a diferenciar uma recomendação baseada em evidências de uma tendência que ganhou força simplesmente porque passou a ser repetida. Um bom exemplo dessa relação aparece no uso do retinol, um dos ativos mais conhecidos quando o assunto é o cuidado com os sinais do envelhecimento. Apesar de sua eficácia ser amplamente reconhecida, o ingrediente também ganhou fama por algo que, supostamente, era uma verdade absoluta: para obter resultados com o ativo, seria preciso aceitar uma pele sensibilizada ou irritada.

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Neutrogena quebra essa ideia com Retinol Boost, linha que tem o retinol puro como protagonista, combinado ao ácido hialurônico e ao ácido glicólico. Desenvolvida para garantir estabilidade e reduzir a possibilidade de irritação, a fórmula parte de uma ideia simples: não é preciso escolher entre a eficácia e uma experiência confortável no cuidado com a pele. “A gente não olha só para um ingrediente isoladamente, mas para a formulação como um todo”, explica Ana Helena.

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Cleo revela que gostaria de ter descoberto antes que o retinol não necessariamente sensibiliza a pele – desde que usado corretamente e com acompanhamento dermatológico – e conta que a sua experiência com as fórmulas de Neutrogena tem sido muito positiva. “Eu gosto de entender a ciência por trás dos produtos que uso, não só a promessa. Gosto de saber que existe toda uma pesquisa por trás da composição. O Retinol Boost foi um achado, eu senti uma melhora verdadeira na pele”, revela.

Do skincare à arte 

Se a ciência ajuda a questionar os padrões que seguimos no cuidado com a pele, a arte pode fazer o mesmo com aqueles que atravessam a nossa relação com a beleza de maneira mais ampla. É a partir dessa ideia que a campanha Quebrando as Regras ganha as ruas de São Paulo pelas mãos de Verena Smit, artista convidada por Neutrogena para transformar algumas das regras mais conhecidas em uma provocação pública. Em peças espalhadas pela cidade, frases como “não sorria demais”, “não ria alto” e “não durma de lado” – recomendações que parecem absurdas quando colocadas em perspectiva, mas que fazem parte do imaginário sobre beleza – aparecem sem o “não”.

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A escolha da rua para realizar o projeto não foi por acaso. De acordo com Verena, ocupar esses espaços é também uma forma de tornar a arte mais acessível e fazer com que a provocação encontre pessoas que talvez não chegassem a ela em um museu ou galeria. “Às vezes, é só ler uma coisa em uma parede para fazer a pessoa pensar, tirar uma foto ou mandar para alguém”, diz.

Para Verena, a arte tem justamente a capacidade de tornar visíveis padrões que muitas vezes passam despercebidos no cotidiano. “Durante toda a história, ela teve essa licença poética de rever os padrões, de incluir quem é excluído, de ter essa função mais crítica e reflexiva. Ela nos leva a esse lugar de diálogo e transformação”, afirma. Ao trazer frases tão naturalizadas para o espaço público, a artista propõe que elas sejam vistas e, a partir daí, questionadas.

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