Todo apaixonamento ou atração pode ser uma bela fonte de estudo antropológico. Depois de um 2026 inteiro vivendo uma solteirice que só havia sido experienciada anteriormente em 2006, troquei o foco no coração partido pela tentativa de resolver uma questão central: “quais são os elementos no outro que me fazem fabricar borboletas no meu próprio estômago?”. Ou, se tem tanta gente bonita nos padrões socialmente impostos, o que faz com que a gente olhe para uma pessoa e se sinta, de fato, atraído por ela?
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