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Se você está tentando fazer o seu cabelo crescer mais rápido e for tentar o Google para resolver a questão, cuidado: nem tudo o que está na internet sobre o assunto tão pesquisado é verdade. Tem sites por aí com promessas de, pasmem, um alongamento de até 14 centímetros por mês! Para você não cair mais em ciladas como estas, convocamos um time incrível de especialistas para desvendar e esclarecer os mistérios por trás do crescimento capilar.

Caroline Kyoko (mais conhecida como @carolkyoko) é pós-graduada em tricologia e, em seu canal no YouTube, discute e compartilha tudo sobre cabelos. De acordo com ela, essa questão do crescimento das madeixas é recorrente entre a sua audiência. Segundo a youtuber, elas reclamam por terem o mesmo comprimento há anos ou fios quebradiços que não têm mais fôlego para continuar se alongando. "Há dois anos, eu venho utilizando suplementação. Descobri que tinha uma deficiência vitamínica e, por isso, foi essencial dar início a este processo. Fazer o acompanhamento médico é fundamental. Sempre reforço isso para quem me segue nas redes", revela.

As razões pelas quais os cabelos estão com deficiência em crescimento são múltiplas. Cabe sempre a um médico especializado entender, depois de uma longa análise, qual a melhor abordagem caso a caso. "A suplementação funcionou para mim, mas não quer dizer que vá funcionar para todo mundo. Pode ser uma condição hereditária, algum problema na tireóide, uma deficiência vitamínica (como no meu caso), etc. Saúde é coisa séria: não saia tomando suplementos a torto e a direito e gastando seu dinheiro à toa." A falta de crescimento e a perda de cabelo, em geral, andam juntas e, por isso, é um sinal clínico que afeta a vida social, laboral e afetiva de quem sofre com esse problema. "O ideal é que, ao perceber qualquer alteração no couro cabeludo, você já procure ajuda profissional e faça um exame de tricoscopia", aconselha a tricologista Viviane Coutinho. Ela, inclusive, destaca a pluralidade de tratamentos possíveis uma vez que os motivos que levam a queda de cabelo ou a deficiência no crescimento são múltiplos. "Você precisa se conhecer e, a partir disso, direcionar os cuidados", explica.

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"A suplementação funcionou para mim, mas não quer dizer que vá funcionar para todo mundo. Pode ser uma condição hereditária, algum problema na tireóide, uma deficiência vitamínica (como no meu caso), etc.", Carol Kyoko

Ademir Leitte Júnior é tricologista há 23 anos e, com sua ajuda, fomos mais a fundo no que há disponível atualmente para o tratamento dessas questões. "Não devemos focar exclusivamente em avanços tecnológicos e procedimentos 'pirotécnicos'", alerta. "Dentro dessa paleta de possíveis cuidados podemos viajar dos mais naturais (com óleos essenciais, por exemplo) até, de fato, os procedimentos levemente invasivos." Entre estes últimos estão a intradermoterapia (infusão de medicamento no couro cabeludo), técnicas de micro agulhagem (rollers e MMP – microinfusão de medicamentos pela pele) e o plasma rico em plaquetas (PRP) – preferidos entre profissionais e pacientes das clínicas capilares. Além disso, o laser terapêutico e o laser de Erbium fracionado (que estimula os folículos provocando micro lesões no couro cabeludo) também são alternativas bastante utilizadas.

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Carol Kyoko já tem mais de meio milhão de inscritos no YouTube. Divulgação: YouTube / Carol Kyoko

"Cabelos não crescem mais no do que 1 a 1,2 centímetros por mês. Desconsidere promessas que envolvam números maiores do que esses", aponta Ademir sobre os anúncios exagerados espalhados pela internet. "Nossos cabelos são um reflexo do que está acontecendo no nosso corpo e daquilo que está acontecendo conosco em uma ordem psicoemocional. Sem uma boa alimentação, sono de qualidade, higiene mental e corporal e controle do estresse, é difícil ter cabelos fortes, bonitos e saudáveis", resume.

Com o retorno dos anos 2000 à moda, eles voltam a conquistar as cabeças das mulheres que querem fios diferentões sem apelar para as tintas coloridas



"O frizz é uma das últimas coisas que você derruba da ditadura do liso", afirma a hair stylist Luciana Safro que explica, junto com outras profissionais, por que a cultura de combate ao frizz que é especialmente intensa no Brasil não faz sentido.

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