“Scars of life”, documentário da La Roche-Posay, investiga o impacto visível e invisível das cicatrizes
Documentário da La Roche-Posay, lançado nesta semana no Brasil, propõe um olhar cuidadoso sobre as marcas que a vida deixa na pele – e além dela.
CONTEÚDO APRESENTADO POR LA ROCHE-POSAY
Cicatrizes deixam marcas que vão além do que se pode ver, impactando a saúde física e emocional de quem as carrega. E são as histórias escondidas em cada cicatriz que norteiam o documentário Scars of life – Histórias de cicatrizes invisíveis, lançado no Brasil nesta última terça-feira (28.07) pela La Roche-Posay. Sustentado em narrativas pessoais e pareceres da comunidade médica, o projeto aprofunda as discussões sobre o tema com o objetivo de oferecer uma visão empática sobre as diferentes marcas deixadas pela vida.
Produzido pela Elephant e dirigido por Anaïs Le Guennec, o projeto é baseado em um estudo global de mesmo nome realizado pela empresa francesa e conduzido com 30 mil pessoas de 27 países para mapear as problemáticas físicas, psicológicas e emocionais que acompanham pessoas com cicatrizes ou pele marcada.
A estreia, ocorrida no Teatro Youtube, em São Paulo, contou com a presença de convidados da área médica e formadores de opinião. Na ocasião, um bate-papo com o dermatologista Elimar Gomes, o oncologista Rodrigo Munhoz e os criadores de conteúdo Nico de Moraes e Fabiana Justus, organizado logo após a exibição, ampliou o debate em torno das temáticas apresentadas no documentário, aproximando a conversa do público.

No lançamento do documentário, bate-papo com especialistas e criadores de conteúdo levou debate sobre cicatrizes adiante. Foto: Divulgação
As diferentes interpretações de uma cicatriz
Separado em cinco capítulos, o projeto acompanha diferentes trajetórias pessoais para entender como as cicatrizes são percebidas pela sociedade. Existem as marcas deliberadas, como as escarificações criadas como um ato identitário, que são celebradas em diversas culturas ao redor do mundo e exibidas com orgulho por quem as detém. E, por outro lado, há os vestígios de acidentes ou enfermidades, que carregam uma leitura, muitas vezes, ambígua.
“Minhas cicatrizes assustam as pessoas”, revela um participante durante o documentário. “Mas as encaro como um símbolo de força e resiliência”, complementa ele. “São feias, e tenho muita consciência de que as pessoas as notam e encaram”, pondera outro entrevistado.
Seja qual for a forma como cada pessoa se relaciona com suas próprias marcas e cicatrizes, o documentário defende que a abordagem pública e social em relação ao tema não deve ser encarada com parcialidade e leviandade, mas, sim, como uma questão de saúde por impactar diretamente a autoestima e a qualidade de vida das pessoas.

Fayer Seager leva mensagem do autoamor para seguidores nas redes sociais. Foto: Divulgação
Entre os relatos, há o da britânica Fayer Seager, que vivenciou cyberbullying por causa de sua acne. “Ir às ruas me dava ansiedade, e nas redes sociais era ainda pior”, diz, sobre comentários depreciadores deixados em seus vídeos e fotos. A criadora de beleza, no entanto, não apenas ultrapassou as adversidades como utilizou as mesmas plataformas para incentivar a autoaceitação e passar uma mensagem positiva. “Ajudar as pessoas é o que amo fazer.”
“Vivemos na era da hipervisibilidade e dos filtros, na qual há uma pressão sistêmica pela pele intocada. O documentário surge exatamente como um contraponto corajoso a essa narrativa”, celebra Cristiano Ceccato, general manager da La Roche-Posay no Brasil.

Cristiano Ceccato na estreia do documentário Scars of Life. Foto: Divulgação
O impacto na saúde
Para além da estética e dos estereótipos que muitas vezes acompanham os quadros de acne, eczema, psoríase e outros tipos de condições médicas, existem também os desconfortos severos vividos pelos pacientes – que merecem igualmente acolhimento e profundidade.
Não é raro, por exemplo, que tratamentos oncológicos, como a imunoterapia ou as terapias-alvo, levem à fragilização e à sensibilização da pele. Ao contrário: de acordo com o Instituto Nacional do Câncer, (INCA) reações cutâneas podem acontecer em até 90% dos pacientes e, quando não manejadas corretamente, podem levar à redução da dose ou até à interrupção do tratamento.

Impacto das cicatrizes vai além da questão estética. Foto: Divulgação
Segundo o relatório da La Roche-Posay, que inspirou o documentário, um em cada dois pacientes pausam ou interrompem suas terapias devido aos efeitos cutâneos incômodos. Este ponto, levantado ao longo do documentário, é levado adiante na parceria da La Roche-Posay com a Cecí, plataforma brasileira de saúde que oferece suporte e acompanhamento contínuo e gratuito a pacientes oncológicos.
Realizada pelo segundo ano consecutivo, a campanha Ninguém Deve Lutar Contra o Câncer Sozinho, veiculada durante o mês de julho, reverte R$ 1 da venda de cada Cicaplast Baume B5+ para financiar a plataforma e, assim, ampliar o acesso de novos pacientes ao serviço. Em 2025, mais de 26 mil pessoas foram beneficiadas, e a expectativa é que, neste ano, esse número avance para 30 mil.
“O câncer não afeta apenas um órgão, ele impacta a vida da pessoa em diversas dimensões. Por isso, acreditamos em um cuidado multidisciplinar, que reúne médicos, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos e outros profissionais para oferecer suporte em todas as etapas da jornada, incluindo o manejo dos sintomas dermatológicos”, comenta César Filho, fundador da Cecí.

Cesar Filho, fundador da Cecí. Foto: Divulgação
A ação reflete o compromisso da La Roche-Posay, presente há 25 anos no Brasil, de ir além dos dermocosméticos e estabelecer um papel proativo com o cuidado integral da pele, a partir do desenvolvimento de pesquisas, evidências científicas e iniciativas sociais.
“A nossa missão não é somente cuidar da pele, mas cuidar também do lado emocional do nosso consumidor”, afirma Cristiano Ceccato. “A La Roche-Posay quer transformar vidas através da dermatologia e fazer com que as pessoas vivam bem dentro da sua própria pele”, finaliza ele.
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