9 exposições em São Paulo para visitar em setembro
Criações de Zanine Caldas, Anna Maria Maiolino e Sheila Hicks estão entre as principais exposições em São Paulo.
Em busca de sugestões de exposições em São Paulo? Em setembro, é possível encontrar obras de artistas como Anna Maria Maiolino, Sheila Hicks e Luana Vitra em diferentes espaços culturais na capital. Há ainda a mostra lúdica dos Pirilampos do Planeta – projeto dos artistas visuais Lula Duffrayer e Flávio Carvalho –, no Farol Santander, com instalações luminosas feitas a partir de quatro toneladas de resíduos recicláveis.
Confira mais opções de exposições em São Paulo a seguir:
Histórias latino-americanas

Obra El Viejo Griot, de Daniel Lind-Ramos. Coleção do artista, cortesia Max Levai Gallery, Nova York.
No edifício Pietro Maria Bardi, do Masp, a exposição reúne 187 trabalhos de 148 artistas e analisa como a colonização, a migração e os movimentos de resistência contribuíram para a criação de diferentes narrativas sobre a América Latina. Com curadoria de Amanda Carneiro e Julieta González, a exibição conta com obras do período pré-colonial ao contemporâneo, de artistas como Cildo Meireles, Antonio Caro e Marcela Cantuária.
Histórias latino-americanas: até 31 de janeiro de 2027, no Masp, no edifício Pietro Maria Bardi, na Avenida Paulista, 1.510, Bela Vista. Às terças, das 10h às 20h; às quartas, quintas, sábados e domingos, das 10h às 18h; e, às sextas, das 10h às 21h. Ingressos (válidos para visitação nas duas unidades): R$ 85 (entrada inteira); R$ 42 (meia-entrada). Às terças, a entrada é gratuita e, às sextas-feiras, a gratuidade ocorre das 18h às 20h30.
Autobiografia de um fio | O que que é isso?

Obra Crescendo, de Sheila Hicks. Foto: Tatiana Mito
O Instituto Tomie Ohtake e a galeria Nara Roesler expõem obras da estadunidense Sheila Hicks, expoente da arte têxtil. No primeiro endereço, a mostra O que que é isso? conta com cerca de 30 obras produzidas nos últimos 60 anos e curadoria de Ana Roman, Luis Pérez-Oramas e Paulo Miyada. O curador Pérez-Oramas também assina a exibição Autobiografia de um fio, na Nara Roesler, com mais de 20 criações recentes e inéditas de Sheila Hicks, produzidas desde 2017, que evidenciam as diferentes tipologias de sua produção.
Autobiografia de um fio: até 24 de outubro, na galeria Nara Roesler São Paulo, na Avenida Europa, 655, Jardins. De segunda a sexta, das 10h às 19h, e aos sábados, das 11h às 15h. Entrada gratuita.
O que que é isso?: até 25 de outubro, no Instituto Tomie Ohtake, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, 201, Pinheiros. De terça a domingo, das 11h às 19h. Entrada gratuita.
Elos

Vista da exposição Elos. Foto: Giovana Carvalho
No Farol Santander, a exposição da dupla Pirilampos do Planeta reúne nove instalações inéditas, produzidas a partir de cerca de quatro toneladas de resíduos recicláveis. Uma delas ocupa o hall do edifício e as outras se distribuem pela galeria do 24º andar, com a proposta de tornar visíveis conexões presentes na natureza e nas relações humanas. A curadoria é de Lara Maia.
Elos: até 22 de novembro, no Farol Santander, na Rua João Brícola, 24, Centro. De terça a domingo, das 9h às 20h. Ingressos: R$ 45 (R$ 22,50, meia-entrada).
Anna Maria Maiolino: Presença | Alfredo Jaar: O lado escuro da lua

Obra de Anna Maria Maiolino. Foto: Julia Thompson
A galeria Luisa Strina abriga mostras dedicadas às obras dos artistas Anna Maria Maiolino e Alfredo Jaar. Na sala 1, é possível ver 48 trabalhos criados por Jaar nas décadas de 1970 e 1980, durante o período da ditadura de Augusto Pinochet, no Chile. Já na sala 2, há cerca de 25 obras inéditas de Maiolino, um dos nomes mais influentes no cenário contemporâneo, como esculturas de vidro, cerâmicas e desenhos.
Anna Maria Maiolino: Presença e Alfredo Jaar: O lado escuro da lua: até 19 de setembro, na galeria Luisa Strina, na Rua Padre João Manuel, 755, Jardins. De segunda a sexta, das 10h às 19h, e aos sábados, das 10h às 17h. Entrada gratuita.
Bandeira Branca

Vista da exposição Bandeira Branca. Foto: Levi Fanan / Pinacoteca
No edifício Pina Luz, a artista Luana Vitra apresenta uma instalação monumental concebida especialmente para o local, que propõe uma reflexão sobre extrativismo, colonialismo e as formas de vida que emergem deles. Com curadoria de Pollyana Quintella, a obra é resultado de uma residência anual voltada a mulheres artistas que a Chanel desenvolve em parceria com a Pinacoteca.
Bandeira Branca: até 31 de janeiro de 2027, no Edifício Pina Luz da Pinacoteca de São Paulo, na Praça da Luz, 2, Luz. De quarta a segunda, das 10h às 18h. Ingresso: R$ 40 (R$ 20, meia-entrada), com acesso aos três edifícios. Aos sábados e no segundo domingo do mês, a entrada é gratuita.
Leia também: Luana Vitra ergue “Bandeira Branca” na Pinacoteca de SP
Rembrandt – O mestre da luz e da sombra

Obra A Ressurreição de Lázaro, de Rembrandt. Foto: Divulgação.
Com 69 gravuras originais produzidas entre 1629 e 1665 por Rembrandt van Rijn, a mostra na Caixa Cultural São Paulo conduz o visitante por diferentes momentos da trajetória do mestre holandês, revelando seu domínio da gravura, do claro-escuro e da representação da condição humana. A curadoria é do historiador italiano Luca Baroni, diretor da Rede Museale Marche Nord.
Rembrandt – O Mestre da Luz e da Sombra: até 27 de setembro, na Caixa Cultural São Paulo, na Praça da Sé, 111, Centro. De terça a domingo, das 9h às 18h. Entrada gratuita.
Zanine Caldas – Criação de mundos

Foto: Déa Zanine
A mostra na Casa-ateliê Tomie Ohtake reúne mobiliário, maquetes, desenhos, projetos arquitetônicos, fotografias, filmes, documentos e outros registros que percorrem diferentes momentos da trajetória do arquiteto autodidata e designer José Zanine Caldas. A curadoria é assinada por Sabrina Fontenele e Lahayda Mamani Poma.
Zanine Caldas – Criação de mundos: de 13 de setembro a 7 de novembro, na Casa-ateliê Tomie Ohtake, na Rua Antônio de Macedo Soares, 1800 – Campo Belo. De quinta a domingo, das 10h às 17h. Ingresso: R$ 50 (R$ 25, meia-entrada).
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