Casa Lilás, da MSD, promove a prevenção do câncer de colo do útero

Instalada em São Paulo e aberta ao público, a iniciativa propõe conversas sobre saúde íntima, autocuidado e prevenção na prática.





CONTEÚDO APRESENTADO POR MSD

O câncer de colo do útero é o que mais mata mulheres até os 36 anos e o segundo mais fatal até os 60. Ainda que o dado assuste, a boa notícia é que este é um câncer que pode ser prevenido. Isso porque cerca de 99% dos casos são causados pelo HPV, vírus para o qual existe vacinação disponível. Ao lado dela, os exames de rotina e o tratamento das lesões pré-cancerígenas fazem parte do que especialistas chamam de tríade da prevenção – três passos claros, acessíveis e capazes de reduzir drasticamente os índices da doença quando colocados em prática.

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“Existem outros cânceres que também são causados pelo HPV, como o de vulva, vagina, canal anal e orofaringe – todos os locais que você tem contato íntimo podem ter câncer relacionado ao vírus”, revela Márcia Datz Abadi, diretora médica da MSD no Brasil. “Se a gente não falar sobre isso, ficamos focados somente na prevenção da mulher. Precisamos ampliar esse olhar: falar da prevenção individual, mas também da coletiva, para diminuir a transmissão”.

Para divulgar essas e outras informações importantes e promover conversas sobre o tema, nasce a Casa Lilás, uma experiência criada pela MSD dentro da campanha Março Lilás por um futuro sem câncer de colo do útero. Instalada em São Paulo e aberta ao público, com vagas limitadas, a iniciativa reúne uma programação que conecta médicas, cientistas, comunicadoras, artistas e influenciadoras para discutir saúde íntima, autocuidado e responsabilidade com o próprio corpo. A ideia é ampliar o debate sobre o HPV sem tabu, aproximando a ciência do dia a dia das mulheres.

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Na quinta-feira (26.02), primeiro dia do evento, a MSD anunciou a atriz Juliana Paes como embaixadora oficial da causa. “É lisonjeiro receber uma missão como essa. Eu tenho uma relação com as pessoas que me seguem de muita proximidade e honestidade, o que facilita comunicar uma ideia – ainda mais quando se trata de uma causa tão importante como essa”, disse Juliana ao subir ao palco. Em entrevista à
ELLE, a atriz revelou que tem aprendido muito com a campanha. “O que mais me chamou a atenção foi entender que um vírus, que pode se transformar em câncer, pode ser evitado com vacinação. É um absurdo imaginar que mulheres tão jovens morram no Brasil por causa da evolução de uma doença que poderia perfeitamente ter sido evitada”, afirmou.

No primeiro dia, também foram realizados três talks. Na abertura, a bióloga e divulgadora científica Mari Krüger e a psicóloga Camila Berteli falaram sobre mitos envolvendo bem-estar e saúde mental. Em seguida, a ginecologista e comunicadora Marcela McGowan conversou com a jornalista Mirelle Moschella, sobrevivente de câncer de colo do útero, e com a modelo Aline Campos, que já foi diagnosticada com HPV, sobre suas experiências pessoais e como funciona a prevenção na prática. Encerrando a programação do dia, as atrizes Thaila Ayala e Julia Faria receberam a influenciadora Bruna Biancardi para uma conversa sobre autocuidado na maternidade.

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Nos próximos encontros, marcados para os dias 7 e 14 de março, outras criadoras de conteúdo e personalidades da mídia, como Nath Finanças, Camila Coutinho, Luiza Brasil, Sophia Abrahão e Laura Muller comandarão conversas sobre temas diversos – de sexo e relacionamento a carreira, beleza e estilo. Nesses dias, a Casa Lilás também promove atividades especiais, como aulas de treino funcional e yoga. As inscrições estão abertas e podem ser realizadas através deste link.

Ao combinar talks educativos, atividades de bem-estar e momentos de troca, a Casa Lilás aposta na conversa como ferramenta de transformação. Falar sobre HPV, exames ginecológicos e prevenção ainda é um desafio para muitas mulheres, seja por desinformação, constrangimento ou falta de incentivo. Ao colocar o tema no centro da experiência, a iniciativa reforça que a prevenção pode, sim, salvar vidas.

Vale lembrar que esta reportagem e os talks promovidos pela Casa Lilás visam a conscientização sobre esses temas tão importantes para a saúde feminina, mas nada substitui a conversa com um médico. Apenas esse profissional poderá orientar sobre a prevenção de doenças e o uso adequado de medicamentos.

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