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“Homens e mulheres devem ser livres para fazer suas escolhas e desenvolver suas capacidades pessoais, sem a interferência ou limitação de estereótipos”, diz a estilista cabo-verdiana Angela Brito, sobre alguns dos fundamentos por trás de sua marca homônima, lançada em 2014. Radicada no Rio de Janeiro, ela decidiu empreender na moda por não se ver contemplada no mercado. "Como uma mulher negra e apaixonada por moda, sabia que o melhor caminho seria abrir minha própria empresa. Queria que ela nascesse com valores como diversidade e inclusão, além de uma gestão horizontal", conta ela.

Foto: Mariah Leal

Em suas coleções, Angela costuma trabalhar suas raízes de Cabo Verde, criando um diálogo entre tradição e vanguarda através da roupa. Para a edição N52 da SPFW, por exemplo, ela mergulhou no baú de fotografias da família, aproveitando o período que passou em sua terra natal durante a pandemia, para dar vida à coleção Arquivo, de mood atemporal. Enquanto as imagens se transformaram em estampas para os tecidos, joias foram criadas com itens garimpados por ela em feiras de rua. Na cartela, tons terrosos se intercalaram ao azul e amarelo - azul vindo do mar e o amarelo uma alusão ao clima seco e árido de Cabo Verde. “Me baseio em uma ideia de elegância que é traduzida pela valorização do tradicional, feito à mão e o uso de novas tecnologias - trazendo assim nas minhas roupas, uma ideia da mulher contemporânea, sensível e consciente", define a designer.

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Fotos : Ângelo Pontes / Lucílio Jota

O apoio mútuo – entre funcionários, colaboradores, parceiros – é um dos pilares da marca, assim como a transparência. "Prezo por pagar um valor justo. Hoje, minha marca caminha pelo esforço de todos e de um jeito que beneficie a todos os envolvidos”, conta Angela, que também busca sempre saber a procedência de seus fornecedores e se eles possuem ética e valores aliados aos seus. No ritmo delicado e atento aos detalhes do slow fashion, cada coleção é planejada para não gerar desperdício. "Trabalhamos com um estoque muito pequeno e a produção é realizada conforme a demanda das peças."

Foto: Cai Ramalho

Não à toa, a marca foi selecionada para a segunda fase do #MovimentoELLE, projeto que busca impulsionar o desenvolvimento sustentável entre pequenos e médios empreendedores de moda. “Fazer parte do #Movimento, depois de dois anos superdifíceis, é ter a oportunidade de repensar a marca nos aspectos financeiro, administrativo e comercial”, diz Angela. “Com a ajuda dos excelentes consultores, espero reavaliar melhor e implementar ainda mais os níveis de sustentabilidade na empresa”.

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