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CONTEÚDO PUBLICITÁRIO APRESENTADO POR CARTIER

O traço rígido ganha um aspecto maleável. Os studs, beads e clous carrés, que são códigos históricos da Maison, aparecem com formas arredondadas e mais volumosas do que o comum. O design clássico de repente se transforma em excêntrico. Couro e seda, força e delicadeza, romance e rock'n'roll – tudo ultrachique. É preciso mais do que quatro frases para explicar os novos lançamentos da coleção Clash de Cartier, mas essas primeiras fazem uma boa introdução ao tema.

Os contrastes são a essência da linha Clash – choque, traduzido do inglês –, que conta com duas outras edições, reveladas nos anos de 2019 e 2020. Para fincar os pés na atualidade, a joalheria escolheu reinterpretar a coleção, que brinca com geometria e movimento, fazendo combinações inusitadas entre pérolas negras do Taiti, ônix, diamantes, ouro branco e muito ouro rosa.

Entre pulseiras, anéis, brincos e colares, as peças mexem com a pulsação de quem ama joias. As novidades chegam ao Brasil com foco nos metais, principalmente o ouro rosa. Assim como as pulseiras das coleções Juste un Clou e Love, as versões da Clash têm a receita perfeita para criar uma assinatura que se reconhece de longe – além de um estilo de impacto, como sugere o design da maison francesa.

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Não menos impacto têm as imagens da campanha, estrelada pela atriz anglo-brasileira Kaya Scodelario (que interpreta Cathy, na versão 2011 de O Morro dos Ventos Uivantes, e Claire, na versão 2021 de Resident Evil). No vídeo, ao som de Dancing with Myself, de Billy Idol, ela transita por diferentes moods – ora mais punk, ora glamourosa –, interpretando a dualidade, que é a proposta da linha.

Vale contar que as formas dos studs, os pinos arredondados da coleção, estão na maison há muito tempo: remontam a peças lançadas nos anos 1930, e revisitadas no início dos anos 2000. A habilidade de fazer uma autorreferência sem repetir o passado é para poucos – e sinal de quem sabe se renovar.

Falando em atualização, a Cartier tem aproveitado para se posicionar em relação à procedência do metal e das gemas usados pelo ateliê, uma medida fundamental num mundo que pede transparência. Além de se abastecer com ouro reciclado, o que reduz o impacto ambiental da extração do metal nobre, a joalheria trabalha com minas de pequena escala, certificadas pela Responsible Jewellery Council, uma organização que define padrões de práticas responsáveis, de uso de produtos químicos e do respeito pelos direitos humanos.

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