Conheça a engenharia por trás de Clash de Cartier

Linha mais jovem entre os ícones da marca francesa, Clash de Cartier ganha versões ainda mais flexíveis, coloridas e poderosas.





CONTEÚDO APRESENTADO POR CARTIER

Com um pé no punk e outro no industrial, a linha Clash de Cartier tem um DNA ousado, em sintonia com seu posto de caçula entre os ícones da casa francesa – estreou há apenas sete anos. A verdadeira inovação de suas peças, porém, não se limita à estética de tachas e pinos. Ela está presente também naquilo que os olhos não veem à primeira vista.

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Feitas com a técnica centenária clou de Paris, que cria padrões em formato de pirâmide, as joias podem até parecer estruturas sólidas de ouro. Acontece que os itens não são rígidos, mas, sim, compostos de uma malha articulada e repleta de movimento. A mágica acontece como o resultado do encontro entre a ourivesaria tradicional e a alta tecnologia. Para alcançar tamanha flexibilidade, a maison utiliza máquinas de altíssima precisão que moldam componentes na escala dos micrômetros.

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Em uma única peça da coleção podem existir até 600 componentes internos. Esses elementos formam juntos uma engenharia praticamente invisível, que permite que anéis, pulseiras e colares se adaptem ao corpo com suavidade. A atualização mais recente da coleção, lançada em fevereiro, ainda incorpora o uso de pedras coloridas, como ágata vermelha e verde, calcedônia rosa e ônix. 

Além das novas tonalidades, a linha ganha shapes mais imponentes, como a gargantilha de studs amplos, reforçando que Clash é, acima de tudo, uma celebração do contraste entre força e delicadeza.

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