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Aúltima vez que David Lee criou uma coleção pensada para a passarela foi em 2019, muito antes de o mundo ser devastado pela Covid-19. Nos meses pandêmicos, porém, o estilista cearense juntou e aperfeiçoou peças que, ou estavam em sua mente – e na pasta de croquis –, ou não haviam dado certo em coleções passadas.

"Considero tudo novo, porque acabei adicionando coisas novas. São peças que nunca eu havia pensado como protagonistas", afirma o estilista sobre a apresentação nesta Casa de Criadores.

Ao observá-las, ele reparou que todas tinham algum tipo de amarração, faixa ou nó, e que se misturasse os detalhes ao sentimento de aprisionamento vivenciado por todos nos dias de quarentena, poderia criar conceitos díspares de liberdade e confinamento, loucura e sanidade, rompimentos e conexões.

DAVID LEE CDC JULHO 2021

Filmado em formato tradicional de desfile, o vídeo expõe os crochês pelos quais Lee é reconhecido, que aparecem na coleção a partir de um "erro" cometido pelas artesãs. "Elas entenderam o que eu pedi de outra forma e entregaram essas peças 'erradas'. Daí parti delas e criei os crochês com círculos, vazados", explica o estilista.

Os modelos feitos com esses círculos também remetem aos apoios de copos, um aceno à vida dentro de casa que vivenciamos nos últimos meses.

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Apoiado em uma alfaiataria interessante, com elementos militares – a exemplo dos bolsos costurados –, uma camisaria de tricoline precisa e uma única estampa, Lee também faz sua primeira incursão no universo feminino, partindo de uma modelagem padrão pensada para o corpo das mulheres.

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