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O Raggamuffin foi um estilo musical surgido nos anos 1980, na Jamaica, marcado por batidas dançantes e timbres digitais que lembram o rap na forma como o discurso se desenvolve nas entrelinhas. Nas pesquisas musicais de Gui Amorim, o estilista por trás do Estúdio Traça, essa vertente apareceu no momento certo.

Com o avanço da vacinação contra a Covid-19 em São Paulo, parece haver uma luz no fim do túnel. E essa onda de otimismo, ainda que tímida, aparece nas roupas do estilista embebidas com os traços festeiros extraídos do ritmo.

São peças em jeans e malharia que trazem elementos inusitados, como os babados em V das minissaias e as franjas de contas coloridas, um código recorrente na pasta de referências do estilista e que ele nunca havia conseguido incluir em suas coleções.

O escrito Rude Girls colado às imagens vem de Rude Boys, as gangues que colavam nos bailes de Raggamuffin trajadas com ternos chiques de alfaiataria. As meninas que frequentavam as festas vestiam pouca roupa, geralmente justas, com decotes e detalhes divertidos, acessórios futuristas e penteados geométricos.

Todas as referências aparecem na coleção do Estúdio Traça, que ainda inclui macacões quadrados, tops frente única e calças de alfaiataria largas combinadas a uma jaquetinha casual.

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Amorim também apresenta novos tamanhos e, a partir de agora, sua grade vestirá até a numeração 52 com o intuito de incluir mais corpos nessa festa do futuro próximo.

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