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Até pouco tempo a principal plataforma de divulgação de Felipe Caprestano, 37, era o Instagram. Uma vez que as plataformas digitais são o forte desse artista visual, o convite para ingressar na versão on-line da Casa de Criadores surgiu naturalmente. A estreia de sua marca homônima, no terceiro dia do evento, é um desdobramento do universo criativo desse designer.

Nascido em Criciúma (SC), importante polo têxtil do país, desde muito cedo ele trabalha com moda. Autodidata, Caprestano já passou por equipes de estilo, desenvolvimento de tecidos e trabalhou até mesmo como figurinista, de tal maneira que, hoje, ele se entende como um artista-estilista. Produz objetos, instalações e roupas, sempre usando a costura e o tecido como ferramentas.

Um dos seus ofícios mais interessantes é o desenvolvimento de máscaras, porque o anonimato faz parte de sua investigação criativa. Ele também identifica a restrição como um traço positivo de seu trabalho, que costuma executar sozinho, seja na construção das roupas, seja na fotografia e na atuação como modelo. Ao esconder o corpo, o artista exibe obras nas quais sua própria silhueta aparece alterada com o auxílio de tecidos e acessórios vestíveis.

Nesta estreia na Casa de Criadores, Capestrano procura mostrar que seu lance é jogar com essas formas. Por isso, brinca com volumes, extensões e acessórios de cabeça, que conferem curvas e linhas novas ao corpo de quem veste. Isso fica evidente nas fotografias, porque até o ângulo do clique é usado para crescer uma perna ou achatar por completo a modelo.

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O vídeo, porém, pouco colabora nessa investigação. Se a intenção de deixar tudo escuro é valorizar a silhueta, o que se vê são vultos e pouca informação sobre a roupa. A parte positiva fica por conta do elenco, composto por Manauara Clandestina, Cindy Makena, Lux Tenório, Marcelo Ferreira e Woolmay Mayden. "Elas preencheram muito bem o meu imaginário, que sempre foi anônimo", diz ele. São elas quem dão rosto e corpo à estreia.

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