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CONTEÚDO APRESENTADO POR MAGAZINE LUIZA

Já faz algum tempo que o Magazine Luiza flerta com o varejo de moda. O namoro começou em 2013, com a aquisição da Netshoes e Zattini, mas seguiu tímido até 2019. Foi nessa época que um número mais expressivo de vendas impulsionou o crescimento do segmento. Com a pandemia, a aceleração foi ainda mais intensa. Segundo a diretora executiva de moda e beleza do Magalu, Silvia Machado, no acumulado deste ano, as vendas da vertical cresceram 200% em comparação a 2020.

Agora, essa relação promete se fortalecer ainda mais. O Magalu acaba de lançar sua primeira marca própria, o Vista Magalu. A ideia é ter uma oferta perene de básicos e drops mensais em sintonia com as principais tendências e demandas do consumidor. O processo é dinâmico e bastante responsivo, tendo a seu dispor uma ampla base de dados de mais de 30 milhões de usuários únicos por mês.

A novidade também abrirá espaço para novas marcas, artesãos, designers e artistas em colaborações periódicas, dando oportunidade, visibilidade e representatividade para novos talentos em frentes diversas. Um exemplo é a coleção de crochê, composta por peças limitadas, desenvolvidas à mão, por um grupo de microempreendedoras do interior de São Paulo.

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No comando criativo, está a diretora de estilo de marcas próprias do Magalu, Aneliza Paiva, que já teve passagens pela Zara, grupo Arezzo e Riachuelo. Porém, o processo de criação aqui é um pouco diferente, mais inclusivo, para dizer o mínimo. É que a marca já nasce alinhada aos valores da empresa de diversidade, pluralidade e sustentabilidade.

"Não faria sentido se não fosse assim", comenta Silvia. "Era muito importante que esse negócio já começasse com essa sintonia. Com a nossa força e penetração, temos uma responsabilidade muito grande em levar essas ideias de uma maneira mais educativa para toda a indústria."

Para tanto, foi criado um comitê de diversidade composto por 20 colaboradores, representantes de diferentes minorias, para acompanhar as atividades da nova empreitada. Seus membros atuam da criação de produtos à comunicação de campanhas e lançamentos. "O Vista Magalu chega com essa vontade de escutar e traduzir o que é importante para diferentes pessoas. Para isso, é essencial ter diversas vozes ativas em todas as etapas do processo", diz a executiva.

Um dos principais pontos nesse sentido é a grade de tamanhos. As roupas da marca do Vista Magalu atendem do PP ao G4. "Sabemos que o mercado evoluiu muito nesse sentido, mas ainda é uma parcela muito pequena. Queremos que as pessoas possam encontrar roupas para todos os tipos e tamanhos de corpos e estamos trabalhando para isso", fala Silvia.

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Desde sua criação, em 1957, pela tia de Luiza Helena Trajano, um dos propósitos que norteia o Magazine Luíza é oferecer a muitos o que é privilégio de poucos. Foi assim quando, ainda em Franca, em 1991, a empresária começou a conectar revendedores e produtores de eletrodomésticos, preparando o terreno para aquisições de outros varejistas e empresas de logística. Pouco tempo depois, ela já havia transformado as lojas em pequenos centros de distribuição, num modelo híbrido de físico e digital que ainda serve de exemplo para toda a companhia.

Na moda não é diferente. Além da marca própria, o Magalu lançou um espaço totalmente reformulado em suas plataformas digitais, chamado de Mundo Moda, com melhor navegação, ferramentas de buscas, conteúdos especiais (feitos pela equipe do Steal The Look, comprado pelo grupo em 2020) e sugestões personalizadas. "As pessoas estão sempre com o celular nas mãos. Ter um aplicativo que contém diversas possibilidades e benefícios para você comprar tudo que precisa em um só lugar faz todo o sentido", comenta Silvia.

Com passagens pela C&A e grupo Arezzo, a executiva foi contratada em 2020 para ajudar na construção e posicionamento das verticais de moda e beleza. De início, uma de suas metas foi desenvolver esses segmentos no Superapp Magalu, uma espécie de marketplace com mais de 3,5 milhões de itens, 300 marcas, 20 mil sellers e 300 fábricas.

"Nossa missão é ser uma plataforma que permita que diversos varejistas possam se digitalizar e fazer parte desse processo de transformação", diz Silvia. A executiva explica que, apesar do crescimento de vendas online no último ano e da aceleração no processo de digitalização do varejo de moda, muitas empresas ainda se encontram à margem de tal situação. "E são geralmente varejistas pequenos e de regiões afastadas do país."

Num movimento similar àquele realizado por Luiza Trajano nos anos 1990, as mais de 1.300 lojas da rede passam a atuar também como centro de hunting. Ou seja, os vendedores têm papel fundamental na prospecção e contato com possíveis parceiros da empresa. "Do ano passada para cá", conta Silvia, "o Magalu passou de 8 mil sellers, como chamamos esses varejistas, para 20 mil. E grande parte desse crescimento veio através das lojas".

Os benefícios são vários: para o consumidor, minimiza-se o tempo e custo do frete; as emissões de carbono e impactos na natureza também são reduzidos e ainda há maior incentivo para economias e mercados locais.

"Faz parte desse grande propósito. Sem a digitalização do varejo de moda, a ideia de proporcionar a muitos o que é privilégio de poucos não vai acontecer", afirma Silvia. E os números comprovam: dos 6 milhões de varejistas nacionais, 1,5 milhão atua no segmento de moda.

O próximo passo é o lançamento do Vista Magalu. Para celebrar a ocasião, um time de criativos formado por Aisha Mbikila, Branco, Camila de Alexandre, Faiska Alves, Jheniffer Batista e Valentina Luz, se juntam a Lu, terceira maior influenciadora virtual do mundo, na campanha de estreia da marca.

"Vivemos nos tempos do chegar junto, do chegar lá. De se encontrar, se descobrir e se expressar. Sem ter medo de ser quem você é, no momento que se está vivendo. Por isso a inspiração da primeira coleção veio do poder e conforto das cores, uma cartela bem iluminada de esperança, otimismo e bem estar", finaliza Aneliza Paiva.

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