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Moda

Por supuesto! Marina Sena estrela a ELLE View de dezembro

Nova edição da nossa revista digital mensal traz o fenômeno musical de 2021 na capa, além da retrospectiva do ano e nossas apostas para 2022. Confira um trecho da entrevista com a cantora.

Foto: Thais Vandanezi
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O que foi, o que virá e o que já é: a ELLE View de dezembro está no ar! Na última edição do ano, a nossa revista digital mensal traz uma retrospectiva de um jeito que você não vai ver em nenhum outro lugar, as nossas previsões para o que vai vingar em 2022 (e nos anos que virão) e a aposta musical que já deu muito certo em 2021: a cantora Marina Sena.

Com uma personalidade e uma segurança tão marcantes quanto sua voz, a mineira de Taiobeiras viralizou nas redes sociais com seu álbum de estreia, De primeira. E enfrentou logo de cara o ônus e o bônus da fama em grande escala, com ataques nas redes sociais e ações orquestradas que tiraram sua conta de Instagram do ar, após vencer duas categorias no Prêmio Multishow.

Mas, queiram os haters ou não, Marina vai continuar sendo Marina. Em entrevista ao repórter Gabriel Monteiro, poucos dias antes do episódio do Instagram, a cantora contou como sempre soube que seria uma artista pop. "Ser uma diva pop não é algo que eu encarava como fora de mim. Já sou eu. Eu sempre fui assim. Mas não tinha dinheiro", contou Marina.

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A seguir, a gente dá uma palhinha da entrevista com a cantora. Para conferir o bate-papo completo e o ensaio com Marina Sena, clicado por Thais Vandanezi, clique aqui, se já for assinante, ou aqui, para fazer a sua assinatura da ELLE View e ter acesso a esse e a muitos outros conteúdos exclusivos.

Você já falou que o artista não pode ignorar o agora e isso significa também não ignorar as redes sociais. Como você as usa de um jeito que não prejudique, mas, sim, ajude?

Não sei se faço isso bem, na verdade. Fico um pouco fodida da cabeça. (risos) Brincadeira. Sou ligada nas redes sociais, mas tem limite. Eu estou lá para passar as informações que preciso e interagir com a galera, mas não mexo na maioria do tempo porque acho importante o artista ter uma equipe que monitora. Assim, você não fica tanto ali.

Significa que você não lê os comentários?

Eu até olho. Mas é importante poder se ausentar, não ter que fazer. Isso é bom. A vida lá é real também, porque a gente vive lá, mas existe o aqui.

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O seu álbum de estreia viralizou e, com isso, vieram muitos fãs e também muitas críticas. O principal ataque é em relação à sua voz. Como você lida com isso?

A minha voz é a minha personalidade. Não enxergo uma coisa separada da outra. Então, claro, a gente fica mexida. Mas eu vou continuar trabalhando, e é o que eu estou fazendo.

Você sempre gostou da sua voz?

Quando você é de cidade pequena, não gosta do popular. Você quer escutar a Kelly Key, que está na televisão, e odeia a roça. Minha avó me chamava para ir à missa e eu odiava. Hoje, só queria ir pra missa com a minha avó. Agora eu vejo a beleza das coisas. Quando deixei de ser adolescente, vi o valor de tudo e me aprofundei na música popular. Comecei a me entender. Minha tia Tazinha, por exemplo, cantava na igreja e tinha uma voz parecida com a minha, anasalada e bem alta. Ela era uma pessoa que sempre achou a minha voz linda.

Assusta o número de pessoas que passaram a ficar interessadas por você?

Não me assusta porque era o que eu queria. Isso é o que eu sempre quis e sempre soube que ia acontecer.

Mas não dá insegurança pensar em criar novamente?

Eu vou fazer sempre o que eu quiser e apenas isso. Se você gosta de mim, tem que estar tudo bem eu fazer o que eu quero. Essa é a função do artista. Do contrário, não vale a pena.

Muita gente diz que você é zero insegura, mesmo.

Eu tenho inseguranças, claro. Mas eu não as deixo serem maiores do que o meu sonho. Tenho um milhão de inseguranças, como a minha aparência, por exemplo, mas ela fica em segundo plano. Eu jamais coloco na frente do meu sonho, porque ele é maior do que tudo.

Você já afirmou algumas vezes que esse sonho é ser uma grande artista pop. Por quê?

Porque eu não consigo cantar para pouca gente. Eu só consigo cantar se for para muitos.

Existe a ideia de que, quando a gente vai atrás de sonhos grandes, corremos o risco de nos afastar de quem somos. Qual seu plano para ser uma grande artista pop sem deixar de ser quem você é?

Tenho uma rotina de trabalho sem ego. Faço um projeto que é Marina Sena, algo maior do que eu. Mas eu também sempre fui isso. O que eu sou hoje não é diferente do que eu era. Eu continuo sendo a mesma pessoa. E ser uma diva pop não é algo que eu encarava como fora de mim. Já sou eu. Eu sempre fui assim. Mas não tinha dinheiro.

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