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A Prada anunciou novas estratégias para reforçar seu compromisso com a inclusão e promoção da diversidade. Entre as iniciativas, estão estágios remunerados, mentorias, bolsas de estudo e módulos educacionais sobre igualdade de gênero.

Em parceria com o Fashion Institute of Technology (FIT), de Nova York, o grupo Prada oferecerá três bolsas de estudo integrais, com auxílio moradia. Uma delas será destinada a um aluno afro-americano, e as demais, a um estudante do Quênia e outro de Gana.

Em outra colaboração, essa com a agência de saúde sexual e reprodução Organização das Nações Unidas (ONU), a marca lançará um curso de formação em moda, visando o empoderamento econômico e social de mulheres no Quênia e em Gana. A empresa pretende, no futuro, expandir o programa a outros países.

"Estamos muito orgulhosos em anunciar este programa articulado, que reflete o compromisso do Grupo Prada em cultivar, contratar e reter talentos na empresa, no que diz respeito à diversidade e para criar uma cultura inclusiva", disse Lorenzo Bertelli, chefe de Marketing e Responsabilidade Social Corporativa da grife, em comunicado à imprensa.

Em 2018, o Grupo Prada foi criticado por vender estatuetas semelhantes às caricaturas racistas, historicamente usadas para desumanizar os negros. A Comissão de Direitos Humanos de Nova York abriu um inquérito para investigar as acusações de racismo contra a empresa. Dois anos depois, em 2020, a Prada concordou em "investir em esforços de justiça restaurativa para combater o racismo e promover a diversidade e inclusão nas atividades de negócios, publicidade e produtos da marca".

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