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O premier francês Emmanuel Macron e o presidente do grupo LVMH Bernard Arnault inauguraram, na última segunda-feira (21.06), a loja de departamentos La Samaritaine, que esteve em reforma nos últimos 16 anos. A reabertura marca a retomada do comércio em Paris, após mais de um ano de lockdown.

O prédio, cuja fachada é feita de vidro, remonta a arquitetura do século 19. Inaugurada 1870, foi fechado para reforma em 2005, a fim de atender às medidas de segurança vigentes. O conglomerado LVMH, que comprou a loja em 2001, investiu cerca de 750 milhões de euros em sua reestruturação. A inauguração estava prevista para abril de 2020, mas precisou ser adiada por causa da pandemia de Covid-19.

"Em certos momentos, algumas coisas servem como uma metáfora perfeita para o momento que estamos vivendo, e nosso país, nosso planeta, têm enfrentado muitas dificuldades nos últimos 15 meses", disse Emmanuel Macron em discurso na cerimônia de reabertura do La Samaritaine. "Mas, apesar de tudo, estamos prontos para um novo começo", ponderou o premier.

Segundo o site WWD, a loja será a maior de toda a Europa. Nela, serão vendidas mais de 200 marcas, além de serviços como spa, cabeleireiro e restaurantes. No setor de beleza, marcas de cosméticos francesas se misturarão com internacionais, como Dior, Chanel, Laura Mercier, Nars, Dolce & Gabanna, Clarins, Rouje Beauté, La Prairie, Shiseido, entre outras.

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O projeto de renovação da loja foi assinado por Hubert de Malherbe, que buscou criar um ambiente "bem parisiense". Cada setor tem um carpete diferente, feito para refletir o ambiente em que está colocado. O do andar em que está o salão de beleza, por exemplo, ecoa as paisagens da cidade de Paris, enquanto a área em que são vendidos os perfumes é repleta de flores.

"O espaço foi concebido como para que as mulheres se sentissem no centro de Paris, percorrendo suas ruas charmosas e descobrindo as fachadas de cafés e lojas requintadas", disse Malherbe. "Queríamos construir uma narração que não tivesse apenas um elo estético com o passado, mas uma transposição contemporânea e experiencial do que foi uma 'catedral do comércio moderno'", continuou ele, citando uma frase do autor Émile Zola, do livro Au bonheur des damas.

Em entrevista ao site WWD, Bernard Arnault disse: "Nós queremos que a La Samaritaine seja um modelo de loja de departamentos, que tem mistura de produtos e marcas, mas com um quê de prazer, como almoçar nesse ambiente espetacular. Uma vista assim em Paris é notável, a visita vai além do comércio".

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 La Samaritaine Paris Fran\u00e7a Visão interna da La Samariteine.Getty Images

Ele conta que em nenhum momento dos 15 anos da reforma pensou em desistir do projeto. "Esse trabalho só poderia ser feito por uma empresa como a nossa: um grupo familiar que pensa a longo prazo e pode fazer um investimento de 15 anos sem nenhum retorno ou lucro. Acredito que somos os únicos na França que poderíamos ter feito isso", disse ele, sobre o conglomerado LVMH.

Também estavam presentes na cerimônia a primeira-dama da França Brigitte Macron, a prefeita de Paris Anne Hidalgo, a esposa de Bernard Arnault Hélène Mercier-Arnault e seus filhos, Delphine, Antoine, Alexandre e Frédéric, junto a outros executivos do conglomerado LVMH.

A La Samaritaine abrirá as portas para o público no próximo dia 23 de junho.

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