O facelift foi, durante décadas, um grande segredo de Hollywood: todo mundo sabia que ele existia, mas ninguém ousava falar sobre o assunto. Sua aparência, no entanto, nunca foi exatamente discreta. Ainda que quem o fizesse jamais admitisse, o procedimento ficava estampado no rosto quando, do dia para a noite, celebridades – especialmente mulheres acima dos 50 anos – apareciam com a pele esticada.
Em 2025, o jogo virou. O que antes era uma transformação cercada de mistério virou post no Instagram, vídeo no TikTok e até permuta com cirurgiões plásticos em troca de divulgação. Em contrapartida, os resultados se tornaram mais sutis e surpreendentemente naturais – quase como se a cirurgia plástica tivesse descoberto uma forma de viajar no tempo. Essa combinação de visibilidade e sofisticação técnica transformou o facelift em um dos assuntos mais quentes do ano passado, consolidando-o como um verdadeiro fenômeno da cultura pop.
Talvez o episódio mais emblemático dessa virada tenha ocorrido em maio do ano passado, quando Kris Jenner, matriarca do clã Kardashian, foi fotografada em Paris com o rosto visivelmente mais jovem. Nas redes sociais, centenas de comentários diziam que ela, recém-chegada aos 70 anos, parecia até mais nova do que as próprias filhas. A empresária, contrariando o hábito histórico de Hollywood, não apenas confirmou que havia feito a cirurgia como também divulgou o nome do médico responsável pelo novo visual.
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