Gustavo Silvestre vestiu uma camiseta com a frase “cópia mata a criação” para receber os aplausos finais de seu desfile na SPFW N58, em outubro de 2024. Quase dois anos depois, mais precisamente em 22 de janeiro de 2026, o estilista publicou um vídeo em seu perfil no Instagram no qual afirma estar processando marcas que teriam se apropriado da técnica autoral de crochê desenvolvida por ele ao longo de mais de uma década de trabalho.

Casos de plágio ou infração de direitos autorais na moda são bastante comuns. Você provavelmente já foi impactado por algum conteúdo sobre o assunto divulgado em redes sociais. Eles vêm de todas as partes: de observadores, clientes, empresas e criadores – em especial, criadores independentes. A frequência dessas ocorrências se explica, em grande parte, pela complexidade legal de enquadrar um produto como uma cópia de outro.

No Brasil, esse tema é regulado pelas leis de propriedade industrial (marcas e patentes registradas) e de direitos autorais (quem criou, ou pelo menos quem comprova que criou primeiro).

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