Neste ano, a consultoria McKinsey & Co. avaliou o mercado global de vestuário feminino em cerca de 964 bilhões de dólares. Desse montante, 18,38 bilhões correspondem à movimentação estimada do segmento formal e de alfaiataria – 7,9% maior do que em 2025.
Segundo a plataforma Tagwalk, a tendência cresce desde 2024. “Colete de alfaiataria feminino” foi a expressão mais pesquisada por brasileiros no Google em agosto daquele ano. Em março de 2025, influenciadas pelas semanas de moda de Paris e Milão, as buscas globais por oversized blazers e power tailoring atingiram o nível máximo do buscador.
Mulheres estão usando e comprando alfaiataria mais do que nunca. Mas apesar de nomes de sucesso e com exímias habilidades nesse métier – Jil Sander, Sarah Burton, Phoebe Philo e Maria Grazia Chiuri –, o ofício de alfaiate continua dominado por homens.
Para entender o porquê, precisamos voltar na história.
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