Sexo está na moda, e isso não tem a ver apenas com os sutiãs, as transparências e lingeries que vimos recentemente nos desfiles de verão 2027. Em tempos de superexposição, nudez e pele de fora raramente causam espanto.
Hoje, as leituras mais interessantes e autênticas sobre o assunto fogem de noções restritas e estereotipadas. É “a sensação de que algo aconteceu, ou está prestes a acontecer”, como escreveu Haider Ackermann, o diretor de criação da Tom Ford, em um material divulgado à imprensa.
Desde que assumiu o cargo no fim de 2024, as apresentações da marca seguem uma fórmula padrão: sala escura e modelos em um eterno jogo de sedução entre si e com a plateia. Na mais recente, em setembro deste ano, havia espelhos na passarela e respirações intensas na trilha sonora.
Ainda tem pele e bunda de fora, couro, cintura marcada e roupa justa. O estímulo, porém, vem menos do que os olhos veem e mais do que a imaginação permite.
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