A pintura Floyd, de Donald Perlis, que foi exposta na Times Square (Nova York)

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A jovem Darnella Frazier recebeu um prêmio especial Pulitzer pelo vídeo em que registrou o assassinato de George Floyd por um policial na cidade de Mineapólis (Estados Unidos), em maio de 2020. O crime deflagrou uma série de protestos do movimento Black Lives Matter, que combate a violência contra pessoas negras, em todo o mundo.

O prêmio, que destaca as realizações no jornalismo, além da literatura e composição, homenageou Darnella por "corajosamente gravar o assassinato de George Floyd, um vídeo que desencadeou uma série de protestos contra a violência policial no mundo todo e destacou o papel dos cidadãos em prol da verdade e justiça no jornalismo", segundo o site oficial.

Na época, Darnella, então com 17 anos, estava andando na rua com sua prima de 9 anos, em Mineapólis, quando viu o policial Derek Chauvin ajoelhado no pescoço de George Floyd. "Eu sabia que a vida dele importava. Sabia que ele estava sofrendo. Sabia que ele era outro negro em perigo e sem nenhum poder", escreveu nas redes sociais sobre o vídeo.

Darnella foi uma das testemunhas principais no julgamento de Chauvin, que foi condenado por homicídio e está preso.

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