Cadastre-se em nossa newsletter para ler este e outros artigos.

Doses semanais de moda, beleza, cultura e lifestyle, além, é claro, de todas os lançamentos da ELLE!
Inscreva-se gratuitamente.

  • ASSINE NOSSA NEWSLETTER
  • O melhor da ELLE direto no seu inbox! Inscreva-se gratuitamente.
  • INSCREVA-SE AQUI
PUBLICIDADE

A cada primavera, a Wish tree de Yoko Ono floresce com desejos das pessoas que frequentam o Hirshhorn Sculpture Garden, em Washington (Estados Unidos). Os visitantes escrevem em uma tira de papel branco o que querem para o próximo ano e penduram na árvore. Em 2021, no entanto, a obra de arte, que já passou por diversos países, será adaptada para o universo online, para que possa florescer mesmo em tempos de distanciamento social.

Até o fim de abril, o museu, com a permissão de Yoko, vai imprimir os desejos postados no Instagram com a hashtag #WishTreeDC, marcadas com @hirshhorn, e colocá-los na árvore. No fim do verão estadunidense, os papéis serão enviados para a Imagine Peace Tower, nos arredores de Reykjavík (Islândia), onde se juntarão a mais de um milhão de outros, compilados desde que Yoko começou a fazer árvores de desejos na década de 1990.

Alguns artistas já compartilharam seus desejos usando a hashtag, entre eles o músico J Balvin, a escritora Eileen Myles e os artistas plásticos Judith Bernstein, Tomás Saraceno e Hiroshi Sugimoto.





Impossível prever como a pandemia e o isolamento forçado vão influenciar a produção artística nos próximos anos. Mas vale olhar para trás e ver como episódios dramáticos inspiraram obras e movimentos em diversos períodos.

PUBLICIDADE



Retrospectiva na Tate Modern, em Londres, reforça identidade queer e aspectos políticos ofuscados na produção do artista de muitas faces, que redefiniu a arte do século 20.

Tenha acesso a conteúdos exclusivos
ASSINE A ELLE