6 exposições de arte imperdíveis para visitar nas próximas semanas


6 exposições de arte imperdíveis para visitar nas próximas semanas
. Em novembro, o Instituto Inhotim reabre The murder of crows, instalação sonora dos canadenses Janet Cardiff e George Bures Miller, que remete a sonhos e pesadelos.


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Detalhe de exposição no Instituto Inhotim. Foto: Dynelle Coelho



CONTEÚDO APRESENTADO POR NUBANK

Obras de artistas como Antonio Obá, Mucki Botkay, Lygia Clark integram exposições em cartaz nas próximas semanas. No Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio), por exemplo, a exibição Carnaval como método exalta carnavalescos, além de artistas ligados ao universo do samba e do carnaval.

Já no Instituto Inhotim, em Brumadinho (MG), há The murder of crows, dos artistas canadenses Janet Cardiff e George Bures Miller, que será remontada na Galeria Galpão. A instalação imersiva, parcialmente inspirada em uma obra do espanhol Francisco de Goya, faz alusão a sonhos.

Lá, quem é cliente Nubank conta com 10% de desconto na loja física da instituição e 5% na online. Clientes Nubank Ultravioleta, por sua vez, pagam meia-entrada para ingressar no museu mineiro. A seguir, confira indicações de exposições e programe-se!

Mucki Botkay: pinturas bordadas

A Galatea Oscar Freire recebe a nova exposição individual de Mucki Botkay, com curadoria de Tomás Toledo. A mostra reúne 18 trabalhos realizados entre 2025 e 2026, nos quais a artista plástica transforma paisagens da Mata Atlântica em composições construídas com milhares de miçangas de vidro bordadas à mão.

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Obra da artista Mucki Botkay, que terá exposição na Galatea Foto: Rafael Salim


Mucki Botkay: pinturas bordadas: até 19 de novembro, na Galatea Oscar Freire, na Rua Oscar Freire, 379, Jardins, São Paulo (SP). Segunda a quinta, das 10h às 19h, às sextas, das 10h às 18h, e aos sábados, das 11h às 17h. Entrada gratuita.

The Murder of crows

Em novembro, o Instituto Inhotim remonta, na Galeria Galpão, a instalação sonora dos canadenses Janet Cardiff e George Bures Miller. Concebida como um filme sem imagens, a obra reúne 98 alto-falantes e constrói um ambiente que remete à lógica dos sonhos e dos pesadelos, inspirada na gravura O sono da razão produz monstros, do mestre espanhol Francisco de Goya.

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Instalação The murder of crows, no Inhotim Foto: Dynelle Coelho


The murder of crows: a partir de 14 de novembro, no Instituto Inhotim, na Rua B, 20, Inhotim, Brumadinho (MG). De quarta a sexta, das 9h30 às 16h30, e aos sábados, domingos e feriados, das 9h30 às 17h30. Ingresso: R$ 65 (R$ 32,50, meia-entrada).

Revolta em Preto e Branco

A Pinakotheke Rio de Janeiro revisita o Salão Preto e Branco, realizado em 1954, no Palácio Capanema, no Rio de Janeiro, com obras que efetivamente participaram da exposição, entre outras. Com curadoria de Shannon Botelho, a mostra conta com trabalhos de nomes como Iberê Camargo, Antonio Bandeira, Ione Saldanha, Candido Portinari, Lygia Clark, Hélio Oiticica e Lygia Pape.

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Gravura de Roberto Burle Marx. Foto: Divulgação


Revolta em Preto e Branco: até 21 de novembro, na Pinakotheke Rio de Janeiro, na Rua São Clemente, 300, Botafogo, Rio de Janeiro (RJ).  De segunda a sexta, das 10h às 18h, e aos sábados, das 10h às 16h. Entrada gratuita.

Hipertelia – Marés de mudanças

A exposição, com curadoria de Camilla Rocha Campos, cria diálogos entre obras de artistas como Andréa Hygino, Antonio Obá e Juliana dos Santos com outras pertencentes ao acervo da Casa Museu Eva Klabin. A mostra parte da ideia de que objetos e espaços podem ultrapassar as finalidades para os quais foram concebidos e adquirir outras funções e sentidos.

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Obra do artista Antonio Obá. Foto: Divulgação


Carnaval como método: até 21 de fevereiro de 2027, no MAM Rio, na Avenida Infante Dom Henrique, 85, Aterro do Flamengo, Rio de Janeiro (RJ). De quarta a domingo e feriados, das 10h às 18h. Entrada gratuita.

Quintal

Em exposição na Anita Schwartz Galeria de Arte, a artista Rosana Palazyan recria, em uma instalação, a árvore que considerava sua confidente durante a infância e a adolescência no bairro da Abolição, subúrbio do Rio de Janeiro. Com curadoria de Ulisses Carrilho, a obra reúne tecidos translúcidos, bordados, botões antigos, caroços de manga e uma máquina de costura que pertenceu ao avô de Rosana. Em sua prática, a artista usa objetos cotidianos para tratar de experiências de violência, exclusão e perda.

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Obra de Rosana Palazyan. Foto: Divulgação


Quintal: até 28 de novembro, na Anita Schwartz Galeria de Arte, na Rua José Roberto Macedo Soares, 30, Gávea, Rio de Janeiro (RJ). Entrada gratuita.

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