AC Gromann lança coleção inspirada em mulheres do surrealismo latino-americano
Em novo drop, AC Gromann combina alfaiataria sem gênero, matérias-primas nacionais e experimentação tecnológica em peças pensadas para o cotidiano.
Cecília Gromann, diretora criativa da AC Gromann, teve um 2025 agitado. Em janeiro, a marca concluiu a mudança de nome (antes era Anacê) da label após uma disputa judicial. Meses depois, expandiu sua atuação com uma linha inédita de mobiliário e reformulou sua estratégia comercial: agora, a etiqueta apresenta uma grande coleção anual, lançada em drops do ano na loja online.

Foto: Igor Reis
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Para 2026, a estilista reafirma os códigos construídos ao longo dos últimos seis anos: alfaiataria revisitada, convergência entre masculino e feminino e um guarda-roupa pensado para o uso real. “O mais importante para a marca é criar peças perenes, que funcionem como uma extensão de quem usa”, diz. Com 36 peças, a nova coleção parte de referências de mulheres do surrealismo – especialmente figuras ligadas ao movimento latino-americano, como Maria Martins e Leonora Carrington.
O conceito aparece traduzido em básicos de luxo com forte apelo comercial. Entre os destaques estão a alfaiataria em bases masculinas adaptadas ao feminino, conjuntos monocromáticos, tricôs em jacquard de alta complexidade técnica e um denim resinado com aparência de couro. Mantendo o compromisso com fornecedores nacionais, a AC Gromann utiliza exclusivamente matérias-primas produzidas no Brasil. O primeiro drop chega à loja online em 08 de junho e marca a entrada da etiqueta na Farfetch.

Foto: Igor Reis

Foto: Igor Reis
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