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Moda

Amaro anuncia plano de expansão de lojas físicas

Até o fim do ano, a marca pretende abrir sete pontos de venda para proporcionar uma experiência de compra mais completa, integrada e muito além da moda.

Nova loja da Amaro em Salvador | Foto: Divulgação
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Quando a Amaro foi lançada, em 2012, o foco era o varejo de moda digital. No papel, porém, os planos nunca se limitaram a esse segmento. "Sempre tivemos a ambição de ir além. A cultura da empresa e toda a parte de tecnologia foi construída pensando nisso", diz o cofundador e CEO da empresa, Dominique Oliver, em conversa por Zoom.

Em 2019, as ideias começaram a tomar forma com a expansão da fashion tech para outras categorias de lifestyle, como beleza, bem-estar e casa. No ano seguinte, com a chegada da pandemia, o processo foi acelerado. A ideia era não só garantir fluxo de caixa num período de consumo em queda, mas também fomentar o mercado e ajudar parceiros – uma seleção de 150 marcas que passaram a ser comercializadas no marketplace da Amaro (o número deve dobrar até dezembro de 2021).

Agora, chegou a hora de dar um passo além - e rumo ao varejo off-line. Ou quase.

Nesta semana, a Amaro anunciou um plano de expansão de lojas físicas. Até o final do ano, serão sete novos pontos de venda (cinco deles já inaugurados), além de reformas em outros já existentes. Um dos objetivos é oferecer uma experiência de compra mais completa, com todas as categorias de produtos vendidas pela empresa.

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Nova loja da Amaro em Bras\u00edlia. Nova loja da Amaro em Brasília.Foto: Divulgação

Antes de continuarmos, vale uma explicação mais detalhada sobre a novidade. Já faz alguns anos que a Amaro opera com Guide Shops: pontos de vendas que permitem a compra no local, mas com entrega remota, num endereço fornecido pela cliente. Agora, essas lojas passam a contar com estoque, ou seja, é possível comprar e já sair com a sacola em mãos.

Além disso, algumas Guide Shops funcionarão como pequenos centros de distribuição, diminuindo o tempo de entrega de pedidos feitos digitalmente. A partir de novembro, para compras realizadas até às 17h, as consumidoras receberão suas entregas no mesmo dia em Brasília, Curitiba, Goiânia, Porto Alegre, Recife e Salvador – esse prazo é reduzido para até três horas na cidade de São Paulo.

"Queremos estar mais próximos da consumidora, onde ela estiver, e entregar uma experiência totalmente integrada", explica Oliver. "Com as lojas sendo uma extensão do online, ela pode unir o melhor dos dois ambientes de acordo com o que quer e precisa."

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Em termos técnicos, isso se chama omnicanal (omnichannel). Resumidamente é a integração do varejo físico com o digital. As consumidoras podem comprar online e retirar nas lojas, comprar nas lojas e sair com as sacolas ou comprar nas lojas e receber em casa. Trocas e devoluções em quaisquer canais, também são facilitadas, já que não dependem exclusivamente do envio da peça por correio ou transportadora.

"É um movimento muito voltado para o awareness da marca" fala Oliver. "É sobre nos comunicarmos com públicos maiores e que talvez não tenham o costume de consumir online." Muito já se falou sobre como a pandemia transformou o varejo de moda. O segmento foi um dos que mais cresceu no fronte digital (95,27% no Brasil, em 2020). Ainda assim, a penetração do e-commerce brasileiro é de apenas 11%. Ou seja, de cada 100 compras, 89 ainda acontecem em lojas físicas. Segundo o executivo, a projeção é que essa porcentagem chegue a 20% até 2025. Mas para tanto, ainda é necessário investimentos no formato mais tradicional da coisa.

Pensando nisso, a Amaro inaugurou lojas em Recife, Salvador, Goiânia e Brasília. São espaços que variam entre 1000m2 e 1500m2, combinando tecnologia e aconchego e repletos de textura e cores suaves. A ideia é que, com um ponto físico, mais consumidoras entrem em contato com a oferta de produtos e valores da empresa e, assim, possam se juntar aos mais de 3 milhões de clientes de sua base de dados. "Queremos que elas possam sentir e tocar nas peças, acertar o tamanho, testar o skincare, a maquiagem make", comenta Oliver. "Algumas categorias (de produtos ainda precisam muito do contato."

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