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Na manhã de segunda-feira, 06.06, na recém-reformada loja da Bvlgari na Place Vendôme, em Paris, uma das vendedoras apresentava um dos destaques da nova coleção de alta-joalheria da casa, quando foi interrompida por um colega. Era um aviso para que ela não mostrasse um modelo similar, pois acabara de ser vendido. No caso, a peça que ela segurava era um relógio/bracelete, o Giardino Dell’Eden Tourbillon, feito de 6.500 pedras preciosas, entre turmalinas Paraíba, esmeraldas, granadas mandarim, turmalinas rosa, opalas, rubis, safiras rosa, roxa, azul e amarela e diamantes. Inspirado em broches vintages da marca e com uma parte destacável, o item custa cerca de 1 milhão de euros.

Com nome de Eden – The Garden of Wonders, a mais recente coleção de alta-joalheria da Bvlgari é prova do aquecimento e alta demanda global do segmento de joias. Ao todo, são mais 140 peças, com foco especial naquelas decoradas com esmeraldas. E aqui vale um parênteses histórico: as pedras verdes, considerada uma das cinco mais preciosas do mundo, tem toda uma ligação com a casa italiana. Nos anos 1960, o nome da maison ganhou ainda mais notoriedade quando a atriz Elizabeth Taylor ganhou um conjunto de joias de diamantes e esmeraldas do seu marido e amante Richard Burton.

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O relógio Giardino Dell’Eden Tourbillon, da Bvlgari.Foto: Luigi Torre

De volta ao presente, como o nome deixa claro, a principal inspiração deste lançamento é a natureza. Daí preferência com desenhos florais, pela onipresença da famosa serpente Bvlgari e uma seleção de de gemas com conexão direta com elementos orgânicos. Alguns dos melhores exemplos podem ser vistos no colar em formato de cobra, feito de ouro rosé e diamantes, envolto em um espinélio rosa de 25,70 quilates; na gargantilha que vira tiara, com diamantes e esmeraldas trabalhados (durante 3 mil horas) para simular a textura e caimento de uma renda; e o colar inspirado na caverna Blue Grotto, em Capri, com uma safira azul de 107,15 quilates.

Diferentemente do setor do vestuário de luxo, o de joias foi um dos menos impactados pela crise desencadeada pela pandemia de covid-19. Em alguns mercados, como o brasileiro, foram registrados recordes de venda. "Com a pandemia, a renda disponível e a impossibilidade de gastar de outras maneiras, com viagens e experiências presenciais, fez com que muitas pessoas decidissem comprar joias", explica Mauro Di Roberto, diretor de negócios da unidade de joias da marca. "E, no caso da alta-joalheria, é também uma forma de diversificar seus investimentos."

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Foto: Divulgação

Trata-se também da manutenção e preservação de um legado e tradição, como disse a diretora criativa da Bvlagari, Lucia Silvestri. "É um dos nossos maiores desafios: honrar as técnicas e saberes manuais dos nossos artesãos e profissionais e despertar desejos relevantes para o presente", diz ela. Como exemplo, ela cita as peças multifuncionais, como o relógio que pode ser usado como broche ou o colar que vira tiara e gargantilha. "Como mulher, gosto de usar joias de maneiras diferentes e acho que isso pode ser interessante para as nossas clientes. É um desafio em termos de manualidades e técnica, mas vale a pena. Video relógio vendido antes mesmo da apresentação para os consumidores.

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