Chegou a ELLE View impressa: a revista mais pop da ELLE Brasil
Depois de seis anos no formato digital, a ELLE View estreia no papel com conteúdos que misturam o aqui e agora com doses de nostalgia.
Ela está entre nós! Depois de seis anos no formato digital – que, em 2026, foi reformulado, ganhando ainda mais agilidade e profundidade –, a ELLE View estreia no papel, em uma edição própria para colecionar (garanta a sua aqui!)
Sim, atendendo a pedidos dos nossos leitores e a um desejo de toda a redação, levamos para o impresso um mix de conteúdos que retratam essa trajetória da View ao longo de um dos períodos mais importantes do século (a pandemia e o pós) e outros inéditos, que tentam elucidar o aqui e o agora.

Maisa. Foto: Fernando Tomaz
Com três capas diferentes, com Nanda Tsnumani, Maisa e a dupla do Two Lost Kids, para você escolher a sua preferida, a edição conta com 176 páginas, reunindo desde textos poéticos, resgatados de uma “cápsula do tempo”, até reportagens sobre religião, artistas queer e a lógica da beleza como capital social.
E também joguinhos para testar seu conhecimento fashion, ensaios de moda, cartela de adesivos e um pot-pourri de personagens marcantes, capturados pelas nossas lentes.
Confira os destaques da ELLE View impressa:
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Entre aspas
Da ministra Cármen Lúcia a Tasha e Tracie, você confere aqui personagens que marcaram nossa história – e merecem ser eternizados no papel.
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Em nome do pai, do filho e do TikTok
O que está por trás do revival cristão, especialmente entre os jovens? Qual é o papel das mídias sociais e das congregações evangélicas nessa história? E por que a fé entrou na lógica dos algoritmos? A repórter Marie Declercq investiga esse fenômeno.
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Influ de todos os tempos
A gente pode até dizer que influenciador é profissão recente. Mas, ao longo da história, não faltaram personagens que ditaram modos e modas, jeitos e maneiras. A editora Chantal Sordi repassa 500 anos de influência.

Thalita e Gabriela Zukeram. Foto: Luiza Ananias
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O paradoxo da beleza
Se somos incapazes de ignorar a beleza e, ao mesmo tempo, somos oprimidos por ela, dá para escapar dessa tragédia? O editor de beleza, Pedro Camargo, analisa como a beleza se transformou não só em um ideal, mas também em capital social e um campo de tensão permanente.
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O império da fome
Por que as mulheres conscientemente passam fome em nome da magreza ditada pela indústria cultural? O que um corpo frágil diz sobre o machismo estrutural? E por que o movimento body positive foi enterrado? Entenda a trajetória dos quilos a menos com ou sem canetinhas emagrecedoras.
Siga o aroma!
De Caracas a Pequim, do Brasil colônia aos dias de hoje, a comida de rua faz parte da história e formação das cidades, e a jornalista e curadora gastronômica Luiza Fecarotta remonta a essa ligação, que começa pelo olfato.
O que é que o analógico tem?
Escrever em cadernos, fotografar com filme e até produzir esta revista. Atividades manuais e mais intencionais estão preenchendo as lacunas deixadas por uma vida mediada pelo celular – ainda que muitas vezes sendo registradas por ele. Confira o texto da nossa colunista Nathalia Levy.

Nanda Tsunami. Foto: Hudson Rennan
E mais: questionário Proust com seis estilistas, entrevistas com nossas personagens de capa, K-pop, Bianca e Bruna Tavares e a força da moda agro no Brasil.
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