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Sarah Almeida sempre foi apaixonada por moda, mas logo que se formou no curso técnico do Senai Horto – MG, em 2017, percebeu que alguns fatores do mercado precisavam mudar. “Quando eu ia comprar uma calça jeans, por exemplo, com a consciência de que aquela peça tinha usado de 7 a 11 mil litros de água em seu processo produtivo, havia um incômodo”, conta a pesquisadora.

Da frustração com as práticas do mercado nasceu a Florent, sua marca própria de roupas e acessórios sustentáveis, que integra a segunda fase do #MovimentoELLE, projeto solidário idealizado pela ELLE e pensado para impulsionar o desenvolvimento sustentável entre pequenos empreendedores de moda. “Vivemos em um país sem educação ambiental, então, ver a ELLE levando essa informação ao público é muito importante e um grande reconhecimento para mim, como marca.”

Foto: Dom Aguiar

A etiqueta foi lançada no final de 2017, após um estudo feito por Sarah sobre empreendedorismo, moda e economia circular, para encontrar formas de desenvolver uma peça mais sustentável e que resolvesse problemas, em vez de criar outros. “Na Florent, trabalhamos com a técnica de upcycling, que ressignifica uma peça já existente, transformando-a em outra. Somos inspirados pela circularidade, onde nada se perde e tudo se renova”, explica ela.

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No ano de 2020 a Florent alcançou um novo destaque ao participar do programa Shark Tank Brasil, onde captou duas das maiores investidoras da America Latina, Carol Paiffer e Camila Farani. Desde então, a Florent vem aprimorando cada vez mais o seu processo produtivo, chegando a desviar 97% dos resíduos gerados de aterro ou incineração. Com o resultado, a marca alcançou a nota A no “Índice de boas práticas” do Instituto Lixo Zero Brasil e, em fevereiro, recebeu o certificado de primeiro Ateliê Lixo Zero do Brasil. Entre as boas práticas adotadas, estão: separação de resíduos, zero descarte, substituição de objetos descartáveis, upcycling, reutilização, doação, logística reversa e uso de composteira. “Com inovação e disrupção, buscamos ser a mudança que queremos de ver no mundo”, define Sarah.

Os jeans sustentáveis em patchwork são o carro-chefe, especialmente as calças, jaquetas e os shorts. “Por meio dessa técnica, utilizamos diferentes retalhos de tecidos para criar uma composição única e geométrica em cada peça”, explica a pesquisadora. A marca também produz vestidos de festa e noivas sob medida, além de acessórios como chapéus e bolsas, tudo feito com consciência e responsabilidade. “Florent significa florescer em latim e, por meio desse verbo, buscamos retratar mudanças positivas, pois acreditamos em um amanhã com esperança, baseado nas ações que estamos lapidando hoje”.

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