Gucci Inverno 2019
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A pandemia de coronavírus defasou o calendário das semanas de moda da Europa. Primeiro em Milão e depois em Paris, marcas optaram por não apresentar suas coleções em desfiles digitais nessas semanas. A ausência da Gucci, Bottega Veneta, Balenciaga, Saint Laurent e Alexander McQueen chamam atenção.

Apesar de cada marca ter dado motivos diferentes para não participar do evento, a decisão parece ser uma estratégia do grupo Kering, conglomerado dono das grifes. As marcas estão optando por desfilar em momentos diversos, quando acreditarem fazer mais sentido para suas estratégias, independentemente da estação. Além disso, estão aproveitando o momento para experimentar novas ações. A Bottega Veneta, por exemplo, deletou o seu perfil no Instagram e passou a investiu apenas na divulgação através de seus embaixadores. Já a Gucci organizou um festival de cinema.

Os desfiles digitais vieram à tona como principal alternativa frente à pandemia de Covid-19, que cerceou as semanas de moda de todo o mundo. Como resultado, não apenas as marcas do grupo Kering fizeram mudanças, mas a Burberry, por exemplo, apresentou uma coleção muito mais enxuta do que o normal. Outra alteração foi vista na New York Fashion Week, que passou a englobar criativos de outras partes dos Estados Unidos e ganhou novo nome, agora ela se chama "American Collections Calendar".

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Intrigas familiares, o forte apelo sexual trazido por Tom Ford, disputa pesada entre holdings de luxo e o rico mix de referências de Alessandro Michele são alguns dos capítulos que marcaram o primeiro século da marca italiana.

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