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Os acionistas da Tiffany & Co aceitaram a nova proposta de compra da joalheria pelo conglomerado LVMH, dono da Louis Vuitton e da Dior, por 15.8 bilhões de dólares — 425 milhões a menos do que inicialmente proposto. O acordo põe fim à batalha judicial entre as duas empresas.

Em novembro de 2019, o CEO da LVMH, o bilionário Bernard Arnault, propôs comprar a empresa americana por 135 dólares por ação. Em setembro deste ano, porém, o conglomerado francês voltou atrás, alegando que a empresa não poderia mais arcar a compra pois sofria impactos financeiros por causa da pandemia de Covid-19. A Tiffany, então, abriu um processo para tentar obrigar a LVMH a concluir o acordo nas condições inicialmente combinadas.

Nesta quarta-feira (30.12), acionistas da Tiffany e empresários da LVMH se reuniram para discutir o impasse. As novas condições da fusão foram aceitas por aproximadamente 99% dos acionistas, segundo informou o site Dazed.

O negócio deverá ser concluído no início de 2021. A partir de então, a Tiffany deixará de ser uma empresa de capital aberto — ou seja, não será mais possível comprar ações da joalheria na Bolsa de Valores —, mas uma subsidiária indireta da LVMH.




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