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Projeto solidário pensado pela ELLE Brasil para os pequenos empreendedores de moda, o #MovimentoELLE realizou a sua segunda edição, seguindo a missão de desenvolver a sustentabilidade em micro e pequenas empresas (MPEs), com mais marcas apoiadas e uma seleção realizada com base nas agendas: regionalidade brasileira, comunidade, empreendedorismo negro e feminino.

“Falar de sustentabilidade é falar do futuro de todos nós, por isso criamos um programa com foco em trocas entre grandes e pequenas marcas para que juntos possamos mudar a indústria da moda e fortalecer os pequenos empreendedores do setor de forma ativa e prática”, diz Larissa Ortiz, conselheira certificada pela INOVA Business School e também especialista em sustentabilidade para negócios de impacto da ELLE.

Com parceria do SEBRAE, nessa etapa participaram da plataforma as marcas Açude, Amazônia Ancestral, Angela Brito, Apoena, Ateliê Mão de Mãe, CerraD'ouro, David Lee, Estúdio Nuda, Depedro, Flavia Amadeu, Florent, Hana Khalil, Lourrani Baas, Mile Lab, Nalimo, Nuz, Projeto Fio, Santa Resistência, Silvério, Singa, Viva Celina e Volta Atelier. Ao todo foram 14 encontros com profissionais e experts, e muitas horas de conversa e mentorias.

As mentorias foram comandadas pela Associação de Conselheiros TrendsInnovation do Brasil, em parceria com a INOVA Business School. Nessa segunda edição participaram Alessandra Bichler Rabin, Ana Marchi, Carlos Cesar Meireles Vieira Filho, Cassio Pantaleoni, Cristiane Tarricone, Eliane El Badouy, Emilio Burlamaqui, Fernando José de Paula e Silva, Gillian Borges, Larissa Ortiz, Lilian Primo Albuquerque, Marcelo Veras e Tadeu Brettas.

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Para o presidente da associação, Emílio Burlamaqui, o projeto não só trouxe visibilidade para as marcas apoiadas, ajudando a desenvolver suas iniciativas sustentáveis, mas também importantes insights de gestão, elemento fundamental para a evolução e sobrevivência no mercado. “Gestão é gestão, independente da área”, afirma ele. “A compra certa, o engajamento, os impostos, as entregas, a melhoria continua que é necessária... trazemos todas essas questões para as conversas, junto da nossa expertise e do nosso conhecimento, para que eles potencializem seus negócios com mais certeza e confiança”.



Angela Brito é um exemplo. “A experiência foi um divisor de águas para a minha marca, pois eu olhava para a gestão, mas de um jeito meu, sem muita orientação”, conta ela. “Hoje, vejo a necessidade de estudar com profundidade cada questão levantada pelo meu mentor, Fernando José. Isso está fazendo a diferença no negócio e com certeza a Angela Brito que entrou no #MovimentoELLE não é a mesma que está saindo e só tenho a agradecer, tanto pelos conselhos fantásticos, como por ter sido recebida de braços abertos nesse projeto”.

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Segundo Fernando, as mentorias permitiram inserir as marcas apoiadas no âmago dos negócios e assim compreender sua estrutura formal. “Fizemos um trabalho de estruturação básica, tanto da empresa quanto da empresária”, explica ele. “Os encontros tiveram por objetivo permitir à Angela Brito construir os conceitos e parâmetros para chegar ao propósito da marca, conhecer a missão, os valores e a visão que o negócio precisa ter”. As conversas também a ajudaram a entender conceitos como massa de produto, faturamento total, custo diretor, fixo e variável.

“Definimos política de preço para atacado e varejo, falamos sobre posicionamento da marca e negociação com stakeholders e clientes, com condições para obter um resultado real para a operação”. Para o mentor, o resultado foi ótimo. “Acredito que a construção do plano empreendedor (transformar uma ideia em oportunidade) e do plano de negócio (conhecer os números que viabilizarão o negócio, o risco e o prazo) permitirão o acompanhamento e os ajustes necessários para atingir o sucesso”.

Outra marca que passou por uma experiência similar foi a Silvério, mentorada por Marcelo Veras. “A partir do momento em que ele entendeu minhas perspectivas do mercado, me ajudou a extrair das oportunidades todos os nutrientes”, diz Rafael Silvério, que inclusive está montando um pequeno conselho interno para realizar sua transição de gestão a partir dos insights recebidos. “Fiquei extremamente satisfeito com o resultado. Acho que conseguimos entender que a marca tem um ativo intelectual e criativo maravilhoso, mas faltavam dois outros pilares na parte de administração e comunicação para crescer”, diz Veras.

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Para o conselheiro, os encontros e mentorias do #MovimentoELLE são importantes para abrir os olhos em relação ao direcionamento correto dos negócios, considerando dois elementos principais: crescimento e longevidade. “Porque não adianta ter só uma boa ideia ou um bom produto se você não tem, dentro do time de gestão, outras competências”, define Veras. “A indústria da moda não é só um projeto ou uma coleção. Tem toda uma gestão que passa por financeiro, operações, marketing, governança, uma série de elementos que, muitas vezes, na pequena e media empresa, não enxergamos”.

Vale lembrar que a plataforma também tem apoio do Instituto Lojas Renner e do Santander Brasil. “Esta iniciativa nos permite conectar histórias inovadoras com projetos que tenham impacto social na nossa cadeia e na sociedade, missão que está ligada ao nosso propósito", afirma o diretor executivo do instituto Lojas Renner, Eduardo Ferlauto. Não deixe de conferir as matérias e editorial da ELLE View de Junho que apresenta as marcas participantes.


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