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Moda

Bolsa a tiracolo volta junto com Carrie

Acessório com alça comprida que atravessa o corpo e deixa as mãos livres retorna aos holofotes na série And just like that. Aqui investigamos o que está por trás da mudança e apresentamos alguns dos melhores modelos no mercado.

Fotos: Divulgação
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O figurino sempre foi o quinto protagonista da série Sex and the City. Os looks de Carrie, Miranda, Samantha e Charlotte eram um mix perfeito entre ousadia, sensualidade, inventividade e um toque inesperado, meio fora do lugar. Na sua continuação, And Just Like That, terminada exatamente uma semana atrás, não é diferente. Quer dizer, é um pouco sim.

Quem acompanhou as seis temporadas de SATC deve lembrar que Carrie foi uma das principais responsáveis por catapultar bolsas como a Saddle, da Dior, e a Baguette, da Fendi (nomeadamente a primeira it-bag da história). Em dado momento, rolou até uma Kelly, da Hermès. Em comum a todas elas estão as alças curtas, para serem usadas no ombro, prensadas debaixo do braço ou carregadas nas mãos.

Na continuação da série, no alto dos seus quase 55 anos, a personagem dá mais valor à liberdade e ao conforto. Mãos livres, ou quase, já que o telefone assumiu o posto de acessório indispensável. No lugar dos modelos pequenos e, convenhamos, pouco práticos, entram em cena as bolsas a tiracolo.

Já na primeira cena de And Just Like That, em que as três amigas estão na fila de espera para almoçar no Whitney Museum, Carrie aparece com um modelo verde de tecido tramado e tamanho médio. No documentário que mostra os bastidores da série, os figurinistas Molly Rogers e Danny Santiago nos levam para um passeio em torno da criação desses looks e contam como Sarah Jessica Parker ajudou na concepção deles.

A vantagem da bolsa a tiracolo é sua versatilidade: ela pode ser pequena, grande ou média, dá para ser usada em um ombro só ou transpassada pelo tronco. "O modelo mistura praticidade e sofisticação, é funcional por poder carregar itens essenciais e garantir o rápido acesso a eles e se encaixa neste novo lifestyle flexível”, explica Mariana Santiloni, gerente de client services e especialista em tendências do WGSN. “Com a ascensão de um estilo de vida mais flexível, com itens que possam compor looks casuais e formais, as marcas continuam apostando nos designs minimalistas, atemporais, confortáveis e práticos que foram acelerados pela pandemia", continua ela.


Mas quem inventou a bolsa a tiracolo? A história conta que foi Coco Chanel, em fevereiro de 1955. Inspirada nas pastas usadas por carteiros durante a guerra, ela criou a 2.55, famosa it-bag matelassada da maison francesa. Foi a primeira bolsa a ter alças longas, após décadas de versões feitas para serem carregadas pelas mãos. Diz que a estilista vivia perdendo as dela e, por isso, decidiu fazer algo a respeito.

Desde então, bolsas com alças longas não saíram mais de moda e se tornaram atemporais. Nas festas pré-pandemia e até nas semanas de moda mundo afora, é impossível não ver alguma mulher desfilando seus modelos por aí. Empurrado por momentos como as cenas de Carrie passeando pelo Central Park após não conseguir dormir, ou até pelo icônico momento em que joga as cinzas de seu ex-marido no rio Sena, em Paris, diretamente de uma bolsa a tiracolo em formato de Torre Eiffel, o modelo ganha forças e volta ainda mais icônico.

Jacquemus, R$ 6.660, no Farfetch.

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