Lino Villaventura, inverno 2027
Sem recorrer a grandes narrativas, Lino Villaventura concentra sua coleção nos códigos técnicos da marca e aumenta a oferta de looks masculinos.
Lino Villaventura está menos interessado em criar narrativas elaboradas para seus desfiles. Em vez disso, prefere destacar atributos técnicos de sua criação, como os plissados, as nervuras e os patchworks. Na oferta feminina, eles aparecem em vestidos longos, médios e curtos, ora acinturados, ora mais soltos. O estilista trabalha também uma bem-vinda dose de fluidez e sensualidade, como nos visuais transparentes e menos estruturados ou naqueles que deixam as costas nuas.

Lino Villaventura, inverno 2027. Foto: Leonardo Araujo

Lino Villaventura, inverno 2027. Foto: Leonardo Araujo

Lino Villaventura, inverno 2027. Foto: Leonardo Araujo

Lino Villaventura, inverno 2027. Foto: Leonardo Araujo

Lino Villaventura, inverno 2027. Foto: Leonardo Araujo

Lino Villaventura, inverno 2027. Foto: Leonardo Araujo
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Já na ala masculina – que, atualmente, responde por cerca de 40% das vendas –, há uma variedade maior de peças. São calças curtas e amplas ou longas e mais justas, camisas com corte transpassado, tops bordados, jaquetas corta-vento texturizadas e batas plissadas.
A novidade fica para uma pesquisa que o estilista vem desenvolvendo nos últimos meses: os tecidos tingidos, nervurados e posteriormente engomados que ganham aparência de papel. O resultado aparece em peças marcadas por babados, assimetrias e sobreposições – elementos que integram seu vocabulário criativo há mais de 45 anos.

Lino Villaventura, inverno 2027. Foto: Leonardo Araujo

Lino Villaventura, inverno 2027. Foto: Leonardo Araujo

Lino Villaventura, inverno 2027. Foto: Leonardo Araujo
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