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Modelos posam em desfile de ready-to-wear da Balenciaga em 1989
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A Balenciaga e a Alexander McQueen são as mais recentes marcas de luxo a anunciarem que não vão mais usar peles de animais na fabricação de suas roupas, segundo comunicado do grupo Kering divulgado nesta semana.

A Balenciaga já evitava o uso de peles desde 2015, quando Demna Gvsalia assumiu o cargo de diretor criativo da marca. Essa, no entanto, é a primeira vez que a Balenciaga declara publicamente que abolirá o uso de peles de animal. Como alternativa, a grife adotou peles falsas na produção de suas roupas. Segundo levantamento da Edited, a demanda por peças de pele falsa e vegana cresceu 258% nos Estados Unidos e no Reino Unido em 2019.

A decisão acompanha uma série de outras medidas adotadas por grifes do mundo todo, como Prada, Gucci, Chanel e Burberry, nos últimos anos, para atender às novas demandas do público por produtos eco-friendly (feitos em harmonia com o meio ambiente), especialmente os veganos e livres de crueldade animal. Recentemente, a Stella McCartney lançou suas primeiras peças em couro de cogumelo, uma alternativa sustentável ao couro animal.

Agora, as únicas marcas do grupo Kering que ainda não aboliram o uso de peles de animais são a Saint Laurent e a Brioni.

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