MFW: Prada, inverno 2026

Com 15 modelos desfilando 60 looks, a Prada transforma o inverno 2026 feminino em uma performance sobre funcionalidade e construção de identidade por meio de camadas de roupas.


Prada, inverno 2026.
Prada, inverno 2026. Foto: Divulgação



No inverno 2026 da Prada, 15 modelos desfilaram 60 looks, em uma performance sobre funcionalidade e construção de identidade por meio de camadas de roupas. É que nesta temporada, a grife italiana se guiou pela sobreposição e a capacidade de transformação por meio dela ao longo do dia, da vida, do tempo.

Prada, inverno 2026.

Prada, inverno 2026. Foto: Divulgação

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Cada modelo entrou quatro vezes na passarela. E a cada passada pelo backstage, elas tiravam um item de roupa e acrescentavam outros, quase sempre acessórios. Os looks são diferentes, mas familiares ao mesmo tempo, já que alguns de seus componentes permaneciam em cena.

A sobreposição é um pilar histórico da Prada. O styling desempenha um papel central nas narrativas da etiqueta. Há tops de lã tricotada sob vestidos de organza bem suaves e um jogo constante entre o real e o aparente. O que parece ser uma saia é, na verdade, um casaco que estava coberto por uma blusa.

Prada, inverno 2026.

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Esse tanto de mistura evoca outro elemento fundamental da casa: a reunião de conceitos, ideias e materiais contrastantes. A alfaiataria clássica, a exemplo de ternos de três botões e vestidos-camisa, convive com parkas com aplicações de pele falsa e jaquetas de corte quadrado de sarja ou couro.

Peças com construção elaborada, como vestidos regata transparentes e delicadamente bordados, caminham ao lado do underwear, com bermudas que remetem a anáguas e minitops de algodão. Nos pés, sapatos oxford surrados são usados com meias de florzinhas.

Prada, inverno 2026.

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Existem algumas repetições da coleção masculina. Além do cenário e da silhueta seca, as técnicas de corrosão em tecidos duplos são ampliadas. O efeito oferece outra leitura sobre a sobreposição de camadas, agora em relação ao tempo e à memória. 

No texto enviado à imprensa, a Prada afirma que “paradoxalmente, uma aparente simplificação pode servir para transmitir complexidades”. E realmente impressiona como tirar ou colocar um simples casaco tem os seus efeitos. Isso lembra o caráter quase mágico da roupa na construção do indivíduo que se deseja ser. 

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