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CONTEÚDO APRESENTADO POR BTG PACTUAL DIGITAL

Começar a investir desperta muita curiosidade sobre os diversos produtos e aplicações disponíveis. Nesta coluna, que é quase uma continuação da anterior, queremos trazer uma mensagem de tranquilidade e ajudar a alinhar expectativas. Bom, o primeiro investimento que a gente deveria fazer é o da reserva de emergência: algo simples, o "arroz com feijão", sem muita emoção e risco, sem grandes estratégias mirabolantes. Só um tipo de investimento para destinar o montante da reserva e pronto. Mas… a gente sabe que ter essa clareza não significa que estaremos imunes à aquela inquietação para conhecer os demais tipos de investimento.

Por isso, neste ponto é preciso entender se o que motiva isso é a vontade de acompanhar outras pessoas que já estão em outra fase ou somente a curiosidade. Se você se reconhece no primeiro cenário, antes de mais nada, é importante identificar quem são essas pessoas que funcionam como gatilho, por que você se interessa pela forma como elas investem, em que momento elas estão como investidoras – pois provavelmente vocês estão em momentos diferentes, pense sempre nisso! – e como lidar de forma mais sábia e calma com essa comparação. Já para o segundo caso, existem produtos financeiros bem baratinhos (alguns para começar com menos de 10 reais), e comprá-los só para conhecer e matar a vontade pode ajudar a controlar a ansiedade.

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Tudo bem desanimar!

Outra fonte de frustração pode ser o tempo que vamos levar para terminarmos de montar essa reserva ou atingir um objetivo. E temos que ser sinceras com nós mesmas, pois às vezes bate mesmo um desânimo quando pensamos nessa jornada. Nossa primeira dica contra essa sensação é se lembrar de que existem muitas pessoas na mesma etapa que você. A maioria das pessoas que você conhece, provavelmente, e outras tantas que nem conhece. A verdade é que tem bem mais gente começando do que você imagina.

A segunda dica é celebrar as pequenas vitórias. Quebre o valor total que você está juntando em metas menores e comemore cada uma delas, seja comendo alguma coisa gostosa quando conseguir ou comprando um presente, algo simbólico para marcar mais esse passo (dentro do orçamento, hehe). Ou qualquer outra coisa que te dê a sensação de dever cumprido. Nós precisamos desses biscoitinhos com alguma frequência para deixar essa jornada mais leve e porque acreditamos que a vida é muito mais gostosa assim!

Por último, tente trilhar esse caminho ao lado de outras pessoas que estejam em fase e ritmo semelhantes ao seu. Encontre uma companhia amiga – pode ser o namorado ou a namorada, irmão, irmã, alguma pessoa próxima com quem você sinta essa cumplicidade – e proponha que façam juntas. Não só a definição das metas, mas as comemorações, a troca de dúvidas e sacadas, e cheguem lá juntas! Isso dá uma super força para continuarmos a investir, sem desanimar ou desanimando muito menos, com o incentivo de alguém que realmente entenda o valor daquela conquista.

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Primeiro caminhar, depois correr

Tem uma analogia que amamos fazer, a da corrida. Sabe aquela sensação de que temos que aprender tudo sobre investimentos para podermos começar e, como isso obviamente é impossível, acabamos por nos frustrar? Pois bem, para começar a correr, primeiro precisamos caminhar - uma, duas, algumas vezes. Com a evolução, a caminhada passa a ser intercalada com o trote. Iniciamos com 1 km, 2 km, 3 km até alcançarmos os famosos 5 km, e por aí vamos. Olhando assim, concordam que é impossível ser maratonista e só depois começar a caminhar? Com investimentos, a dinâmica é a mesma. Vamos saber muito sobre investir, investindo. Não tem como querer saber tudo para só então começarmos. Investir é um caminho que leva uma vida toda. Querer aprender tudo logo de cara, além de não ser uma expectativa realista, só faz a gente procrastinar e se frustrar. Comece pela caminhada!

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