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CONTEÚDO APRESENTADO POR BTG PACTUAL DIGITAL

Nossas decisões financeiras não são ou não deveriam ser tratadas como algo separado das demais escolhas que fazemos em outras esferas da nossa vida. A forma como lidamos com dinheiro reflete em tudo o que fazemos no dia a dia, seja nas decisões mais complexas como as que tomamos na carreira e nos relacionamentos, ou em situações mais triviais, como a escolha de algo para o jantar, vestir ou decorar a casa.

Trocar de trabalho ou esperar mais um tempo? Pedir comida ou cozinhar? Fazer exercício pelo YouTube ou pagar um app? Como será a viagem de férias? Vamos morar juntos ou não? Cada uma dessas pequenas ou grandes ponderações fazem parte do nosso cotidiano. E ainda que falar de dinheiro às vezes pareça um mundo à parte, cinza, cheio de números e "isolado" do resto, na verdade significa trazer uma perspectiva a mais para os questionamentos, sobre o que é importante pra gente. Pensar dessa forma ainda nos ajuda a olhar para nossas finanças de uma forma mais realista e carinhosa, para além da ideia de esse ser apenas um mundo de planilhas.

Não podemos deixar de ressaltar que muitas das decisões que tomamos e que impactarão diretamente a nossa conta bancária não são puramente individuais, mas pensadas em conjunto com quem convivemos. E, para evitar que dinheiro seja um elefante branco no meio da sala, é necessário falar sobre ele de peito aberto, sem tabu. Todo mundo tem que ganhar para gastar e poupar, todos temos questões sobre dinheiro e precisamos administrá-lo de alguma forma. E, para isso, precisamos também ter maturidade e responsabilidade para com o outro, acolhendo as prioridades, vontades e limitações das pessoas com quem convivemos, porque senão o assunto vai continuar sendo algo intocável quando deveria ser natural e corriqueiro.

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Expor suas vulnerabilidades e prioridades e acolher as do outro é o caminho!

Um exemplo para ficar mais claro: ao passarmos a dividir a casa com alguém, seja uma amiga, parceiro ou até alguém da família, passamos também a ver como essa pessoa funciona no dia a dia e a entender suas prioridades. Ela prefere cozinhar ou pedir delivery? Muitos quadros na parede ou uma decoração mais minimalista? Se não falamos sobre essas diferenças, sobre o que cada um considera essencial e inegociável, com certeza os atritos irão aparecer – e não somente pela diversidade de gostos, mas sobre o quanto cada um pretende e pode gastar.

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Em qualquer relacionamento, se não sabemos quais são as nossas prioridades, podemos acabar cedendo ou brigando em pontos que não gostaríamos. E tão importante quanto ter a liberdade de conversar sobre finanças nos relacionamentos é estar aberta para ouvir e acolher as limitações e possibilidades do outro e expormos as nossas.

Não há como ignorar nossas próprias finanças, jogando esse assunto pra debaixo do tapete porque isso é simplesmente impossível – de novo, ele permeia tudo o que fazemos. Ter consciência e olhar com carinho para o seu dinheiro é, não somente um reflexo de nossas escolhas, mas reconhecer que ele é o que te permite ter escolhas. E ao pensar em quais são as escolhas que você quer para a sua vida, temos certeza de que você vai querer poupar e investir.

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