Protagonizado por Timothée Chalamet, Marty Supreme chega aos cinemas
Ator conversou com a ELLE sobre o filme: “Marty se parece comigo quando eu ainda não tinha uma carreira".
Timothée Chalamet tinha só 22 anos quando disputou o Oscar pela primeira vez, por sua atuação sensível e impressionante em Me chame pelo seu nome (2017), de Luca Guadagnino. Desde então, trabalhou com cineastas como Greta Gerwig, Wes Anderson e Denis Villeneuve.
Como no ano passado, quando ganhou o SAG Award e concorreu ao Globo de Ouro e ao Oscar por seu papel como Bob Dylan em Um completo desconhecido, ele está novamente em campanha por indicações a prêmios por Marty Supreme, dirigido por Josh Safdie, que estreia no Brasil nesta quinta-feira (08.01). No último domingo (04.01), venceu o Critics Choice de melhor ator e está indicado na mesma categoria no Globo de Ouro, que acontece no próximo dia 11.
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Aos 30 anos, o ator está à procura da grandeza. “Tenho orgulho porque, nos meus últimos dois filmes, consegui bloquear todas as distrações externas e percebi que o grande presente da minha vida é trabalhar como ator no mais alto nível”, disse Timothée em entrevista com participação da ELLE.
“Percebi que o grande presente da minha vida é trabalhar como ator no mais alto nível”
Intenso, de energia caótica, o novo longa conta a história de Marty Mauser, personagem levemente baseado no mesa-tenista Marty Reisman (1930-2012).

Timothée Chalamet e o diretor Josh Safdie Foto: Divulgação
Na história, que se passa nos anos 1950, ele está obcecado pelo sucesso, sem se importar com os caminhos para chegar lá. Em sua busca, tem encontros e desencontros com sua mãe (Fran Drescher), sua amante (Odessa A’zion), um amigo (o rapper Tyler the Creator) e uma atriz (Gwyneth Paltrow). “Marty se parece comigo quando eu ainda não tinha uma carreira. Sei que ele não é admirável em certos sentidos, mas está motivado a conseguir seus objetivos. Me identifiquei com essa determinação feroz para chegar aonde ele queria.”
Timothée não tem medo de assumir nem demonstrar sua ambição. “Sou transparente com meus sentimentos. Talvez tenha a ver com chegar aos 30. Não quero olhar para trás e perceber que fingi me importar menos com tudo isso.”

Foto: Divulgação
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