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Na última sexta-feira, dia 11 de fevereiro, começou a Semana de Moda de Nova York, com as marcas estadunidenses mostrando as suas coleções de inverno 2022.

A semana começou meio morna, principalmente por causa da variante Ômicron e do aumento de casos de Covid-19 nos Estados Unidos e no mundo. Apesar do pico de transmissões ter ficado para trás, a pandemia segue assombrando a indústria. Semanas antes das apresentações de fato começarem, muitas etiquetas ainda não haviam confirmado se desfilariam presencial ou digitalmente.

Nos preparativos, o CFDA tratou de reforçar que as medidas de segurança continuariam em vigor: máscaras, apresentação da carteira de vacinação e capacidade de lotação reduzida em todas as locações. Cerca de 70 marcas desfilaram presencialmente e 32 marcas apresentaram as suas coleções no formato digital.

Entre as baixas causadas pela pandemia, tivemos Tom Ford, que cancelou de última hora o seu desfile, e Thom Browne, que após alguns anos desfilando em Paris, voltou à cidade estadunidense na última temporada, mas também precisou desmarcar a sua apresentação. Os dois devem desfilar nos próximos meses em Nova York, mas fora da semana oficial.

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Em compensação, a temporada também teve direito a comeback: Shayne Oliver, estilista da Hood by Air, voltou à NYFW com uma marca própria, que agora leva o seu nome. A apresentação da primeira coleção foi uma espécie de festival de música e arte dividido em três dias. No desfile/festa promovido pela marca, os convidados esperaram de pé por mais de uma hora para não perder nada. Há poucas imagens na internet, mas, pelo que apuramos, as roupas ganharam um toque de sofisticação e upcycling – teve até um top feito de bolsa da Telfar, em uma espécie de homenagem ao estilista.

Depois de Shayne, o primeiro grande destaque da New York Fashion Week foi a Proenza Schouler, marca comandada por Lazaro Hernandez e Jack McCollough, que fez uma ode ao guarda-roupa elegante que sempre marcou as criações da dupla. Após mais de dois anos de moletom em casa, essa parece ser uma constante, agora que muita gente está louca pra sair por aí da maneira mais arrumada possível – e as marcas refletiram bastante esse desejo.

É interessante perceber que as formas abaloadas propostas pela Proenza Schouler criam uma nova silhueta, mais rígida, só que feita a partir do tricô. A técnica, por sinal, é uma das grandes tendências dessa semana e apareceu em vários desfiles. Na versão de Hernandez e McCollough, ela surge em formato de corset, mas confortável, e é criada em uma máquina que trama o tecido de forma circular.

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Quem também vai pelo caminho da exuberância e do glamour é Carolina Herrera, agora sob as mãos do estilista Wes Gordon, que decorou mangas, fendas e saias com babados. Nas entradas finais, esses babados ganha proporções exageradas com volumes em tule em vestidos de gala.

Outra estilista para ficar de olho é Elena Velez. De ascendência porto-riquenha e nascida no centro-oeste dos Estados Unidos, ela apresentou uma coleção que explora as diferentes formas de feminilidade e força a partir das memórias que ela tem de sua mãe, uma capitã naval que a criou sozinha.

E, mais uma vez, o corset deu as caras de forma desconstruída e soltinha, nesse caso feito de lona de paraquedas da Segunda Guerra Mundial. O que antes representava constrição, aqui aparece revelando a pele do torso e do quadril em um vestido fluido, sinalizando liberdade.

Ainda no sábado, tivemos o segundo desfile físico da brasileira Patricia Bonaldi, com sua PatBo, no evento. E minutos antes da apresentação, direto do backstage, a estilista contou um pouco de sua coleção para a Elle Brasil:

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“Essa vai ser nossa primeira coleção de Fall apresentada no NYFW, e é um grande desafio fazer uma coleção forte o suficiente de Fall. Acho que vamos conseguir mostrar um inverno maduro, provando que a brasileirada consegue fazer uma coleção de inverno também – o maior estigma é que a gente só sabe fazer verão. Estou muito feliz, é uma volta ao meu começo, é um desfile todo sobre trabalho manual, honrando nossas artesãs e bordadeiras. Todas as peças passaram por muitas horas de trabalho manual. E é uma oportunidade de contar o começo da PatBo, de onde a gente veio, já que eu comecei a fazer moda com bordado. Estamos voltando para esse lugar. Essa edição da NYFW eu entendi como uma grande oportunidade de mostrar isso que a gente sabe fazer tão bem e que as pessoas não esperam de nós”.

Apesar de focada no artesanato que a fez famosa, Patricia Bonaldi apresenta uma versão mais casual e menos festa do bordado, com maiôs, recortes, vestidos curtos e muita pele à mostra.

Outra marca que também olhou para o passado foi a Eckhaus Latta, que completa agora, em 2022, 10 anos de existência. Com uma das etiquetas independentes mais fortes da cena novaiorquina, Mike Eckhaus e Zoe Latta criam roupas que falam sobre comunidade e trabalho artesanal.

Entre os destaques da etiqueta, estão o tricô usado com saias transparentes de paetê e as peças recortadas que revelam costelas, coxas e parte do torso. Na passarela, amigos da marca como a atriz Hari Nef, a modelo Paloma Elsesser, a estilista Maryam Nassir Zadeh e o stylist Thistle Brown desfilaram suas criações, aumentando mais ainda esse senso de comunidade e comemoração.

Quem também focou nesse sentimento foi a Coach, marca comandada por Stuart Vevers. Em uma passarela construída em meio a casinhas emulando uma cidade qualquer nos Estados Unidos, o estilista passeou entre referências de diversas épocas da moda e da música. Dos anos 1960, vieram os vestidos de renda em A do movimento Mod; dos anos 1970, as calças amplas e os casacos com detalhes em pelo nas golas e na barra. E, da década de 1990, as camisetas com estampa localizada e as bermudas de couro do grunge. Foi como se várias pessoas de diversas idades e eras vivessem em harmonia em um único espaço/tempo.

Bom, o sexo e a roupa que deixa o corpo da mulher mais sensual têm sido assuntos recorrentes na passarela desde a temporada passada, em que a vontade das pessoas de voltar a sair e se arrumar prevaleceu. Nesta temporada, algumas grifes seguiram nessa mesma onda.

As marcas Dion Lee e Laquan Smith, por exemplo, entraram na toada sensual apresentando peças recortadas e sobrepostas.

Aliás, quem personificou como ninguém o mood sexy da Laquan Smith foi a atriz Julia Fox, com um longo preto justinho e com recortes em lugares estratégicos. Julia chegou chegando pra abrir o desfile da grife e mostrou que está muitíssimo bem, obrigada, após o término recente do namoro com Kanye West.

Mas se Julia Fox estava OK, a Area foi pura festa. Comandada por Piotrek Panszczyk e Beckett Fogg, a grife lançou mão de cristais, plumas e paetês inspirados em comemorações populares do Brasil e do Caribe para lançar sua mais nova coleção. Lelê Santhana, nossa repórter de moda, fala um pouco sobre o desfile:

“Um dos meus desfiles favoritos foi o da Area. Essa é uma marca que desde o início tem como conceito essa imagem super editada de glamour e hoje é quem apresenta uma das coleções mais complexas da Semana de Moda de NY, com desenvolvimento do material e do artesanato extremamente minucioso, chegando quase a um nível de alta-costura – o que é interessante porque não é o que estamos habituados a ver em Nova York. Dessa vez, a marca entra nessa imagem bem festiva, com muita exuberância e muito drama, se inspirando em alguns eventos culturais, incluindo o Carnaval do Brasil, e também tem algumas referências aos anos 2000, com peças que remetem aos figurinos do Bob Mackie. Uma coisa que me chama muito a atenção: existe ali um nível de subversão. Tem peças mais engenhosas que formam uma espécie de armadura no busto, que aí são asas moldadas. Ou então remete uma armadura na perna, mas que é toda de plumas. É um jogo de dualidades. A braveza e a sutileza, o atrevido e o puro, é um grande quebra-cabeça visual”.

Falando de básicos, o segundo desfile de Peter Do também causou burburinho nessa seara. Em uma sala com instalações de luz que lembram o trabalho do artista estadunidense Dan Flavin, as modelos caminhavam lentamente, tirando e colocando as roupas. Apesar da veia minimalista, os essenciais do guarda-roupa de Do surpreendem nos detalhes: as costas ficam à mostra mesmo em uma coleção de inverno, as mangas são excessivamente longas e alguns recortes quadrados nas calças jeans quebram qualquer monotonia.

Já no último dia de NYFW, foi o vídeo da Collina Strada que roubou a cena. Fazendo uma paródia com os reality shows estadunidenses, a marca comandada por Hillary Taymour criou uma história em que uma estagiária chega na cidade grande para aprender as dores e amores de trabalhar com moda – e, no caso, com uma marca sustentável, bem do ano de 2022.

A apresentação, estrelada por Tommy Dorfman, atriz de 13 Reasons Why, foi divertida e criativa e ainda mostrou algumas das tendências Y2K que vêm dominando o TikTok: tule estampado, puffers coloridas, cintos de rebite e até cintura baixa. Vale a pena assistir!

Indo da moda para a beleza, nossa repórter Bárbara Rossi comenta um pouco dos looks mais vistos nas passarelas de Nova York:

“Pra alegria da galera da geração Z e total desespero dos millenials, o cabelo repartido ao meio ainda tá dominando as passarelas, com aquela divisão bem simétrica. Os soltos vem com os fios retos, lisos e sem volume, mas também aparecem em rabos de cavalo e coques, só que bem baixinhos. Se depender dessa temporada, a gente não prenderia mais o cabelo no topo da cabeça! Inclusive, alguns dos visuais mais lindos dessa edição são justamente os de rabo de cavalo baixo com bastante gel, só que com o comprimento cacheado, com muito volume e textura.”

Segundo a Barbara, tem make para todo mundo:

“Pra maquiagem, estejam prontos para uma viagem aos anos 80, com muita sombra azul e blush pink bem marcado. Mas não se desespere, porque teve também muito olho preto, tanto com delineado diferente quanto esfumadinho, numa vibe meio grunge, meio maquiagem fim de festa borrada. No final das contas, tem pras patricinhas, tem pras coloridas, mas tem também pras góticas e pras emos. Agora uma coisa que tá me preocupando um pouco são as sobrancelhas: entre as mais naturais e cheias, eu vi várias modelos com elas bem fininhas. Preparem-se, boatos de que elas estão voltando! deixo vocês aí com essa informação.”

Programação do calendário internacional de inverno 2022 

Bem, nós acabamos de falar dos highlights da semana de moda nova-iorquina, mas, como você sabe, ela só abre toda a temporada de moda internacional.

Por isso, papel e caneta na mão, ou bloco de notas do celular, para deixar registrado as datas desse calendário de inverno 2022 que está só começando.

Hoje, dia 18 de fevereiro, não só estreia a terceira temporada do ELLE News, como também a ELLE Brasil passa a ficar de olho lá em Londres.

Exato! Hoje começa a semana de moda britânica, aquela que a gente sempre comenta ser a mais jovem e disruptiva entre as apresentações gringas.

Nossos olhos vão ficar bem abertos para todas as coleções que estão por vir, mas, principalmente, para nomes como Matty Bovan, Nensi Dojaka, Molly Goddard, Simone Rocha e Rejina Pyo, só para citar aqui algumas grifes.

E, claro, sexta-feira que vem nós trazemos aqui o resumão dessa semana de moda londrina.

Já no dia 23 de fevereiro, mangia che te fa bene, porque aterrissamos em Milão. E lá é a terra de Fendi, Prada, Versace, Gucci e Bottega Veneta.

A moda italiana dessa estação será destrinchada em nossas redes sociais e site até o dia 27 de fevereiro.

No dia seguinte, 28, é biquinho pra lá, biquinho pra cá, e toda aquela série de palavras como maison, chateau, pret-a-porter…

Isso mesmo, é a Semana de Moda de Paris que se inicia e rola até o dia 8 de março. Um spoiler maravilhoso: nossa editora de moda Suyane Ynaya estará lá, in loco, compartilhando todos os bastidores das apresentações francesas.

Registrou tudo? Não deu tempo? Tudo bem. Você sabe que basta acompanhar aqui os nossos episódios do ELLE News para seguir informado ou informada de todos os grandes acontecimentos do calendário internacional.

Tênis por US$ 353 mil: Collab entre Nike e Louis Vuitton quebra recorde

Já pensou em comprar um par de tênis por mais de 353 mil dólares? Pois é. As expectativas e um recorde foram mais do que quebrados nessa última semana, durante um leilão promovido pela Sotheby's.

O episódio aconteceu durante a venda de 200 pares de tênis de uma colaboração entre a Nike a Louis Vuitton, uma produção de tiragem limitada feita por Virgil Abloh. O leilão gerou no total 25,3 milhões de dólares, algo equivalente a mais de 130 milhões de reais.

E a gente explica tudo. Os sapatos fazem parte da coleção de verão 2022, apresentada em junho e novembro do ano passado, e que foi desenhada por Virgil Abloh antes da sua morte no dia 28 de novembro de 2021, por um raro tipo de câncer no coração.

Trata-se do clássico Air Force 1 da Nike mas feito em colaboração com a Louis Vuitton. Aliás, o famoso monograma da grife está lá, estampando o calçado, além do padrão Damier, aquele xadrez marrom que é igualmente bem característico da casa francesa.

Como se não bastasse, as aspas, um símbolo que virou marca registrada de Abloh, também dão as caras no acessório. O que mais os fãs de streetwear, Virgil Abloh, hip-hop e moda de uma maneira geral poderiam querer, não é mesmo?

Mas, na real, o design é muito mais do que um mero fan service. A peça teve como principal inspiração a capa do álbum "It Takes Two", do duo Rob Base e DJ E-Z Rock, lançado em 1988. A imagem desse disco traz E-Z Rock usando um tênis Nike Air Force 1 com um conjunto esportivo que tem o monograma da Vuitton em detalhes nas laterais.

Voltando para o leilão, a maioria dos pares foi arrematada por cerca de 100 mil dólares. Para se ter noção, um dos pares, o mais raro, por ser de tamanho 5 estadunidense, chegou a quase 353 mil dólares.

A Sotheby's esperava vender cada par por cerca de 15 mil dólares. Mas calcula-se que o valor total dos tênis bateu oito vezes acima do esperado. Um novo recorde para um leilão de tênis!

Vale dizer que Abloh já estava envolvido na organização desse leilão antes de sua morte e o evento seguiu com a supervisão de sua família. Toda a arrecadação com os lances foi para a Virgil Abloh Post-Modern Scholarship Fund, que é uma ferramenta de promoção de talentos negros na indústria criativa, por meio de bolsas de estudo e serviços contínuos de apoio à carreira desses alunos.

Quem não arrematou dessa vez, calma, fica a dica. Abloh desenhou em vida 47 versões do Nike Air Force 1 e a Louis Vuitton já prometeu a venda desses outros pares exclusivos em outras oportunidades e em cores diferentes.

A única coisa que a gente não pode garantir é que as cifras para tal peça vão ser menores.

Campanha de sutiãs da Adidas com seios à mostra divide público 

Uma campanha de sutiãs com peitos sem sutiãs deu o que falar nesses últimos dias.

Foi a Adidas que decidiu divulgar um anúncio com peitos aparentes. E ele dividiu bastante o público.

Nas imagens, seios de vários tipos. Assimétricos ou muito iguais, mamilos virados para cima ou voltados para baixo, mamas maiores e menores. No total, 25 pares de peitos nus.

Bem, basicamente aquela imagem que muita gente vê todo dia refletida no espelho, só que em uma campanha publicitária.

Ela foi parar nas redes sociais da etiqueta esportiva no dia 9 de fevereiro e o objetivo, de acordo com a marca, era anunciar a expansão da sua linha de sutiãs. “Acreditamos que os seios das mulheres de todas as formas e de todos os tamanhos merecem apoio e conforto”, era a frase que acompanhava a galeria.

E, como dito, as reações foram tão diversas quanto as fotos. Houve quem criticou simplesmente a nudez, quem achou engraçado e decidiu de alguma forma fazer chacota com uma parte do corpo de uma pessoa.

Houve também quem achou a campanha incrível e comentou com vários emojis de palminhas. Rolou quem ficou feliz com o fato de as imagens serem mais reais do que aspiracionais. E também quem aproveitou a deixa para lembrar que a sexualização daquelas fotos estava mais nos olhos de quem vê do que nos peitos de quem mostra.

Em resposta aos comentários negativos, a Adidas repetia o seguinte pronunciamento: "é importante normalizar o corpo humano e ajudar a inspirar as futuras gerações".

Mas, também teve quem aproveitou a deixa para incitar discussões um pouco mais profundas, como, por exemplo, o fato de que os corpos de mulheres nas redes sociais são vigiados, mercantilizados e censurados há tempos e que essa campanha não estava muito longe de fazer esse mesmo tipo de coisa. As imagens, de acordo com essa crítica, desumanizam as pessoas.

De uma maneira geral, quem olhou para o comercial com uma balança de julgamento menos intensa, levou em consideração também o fato de que, sim, mulheres são historicamente fetichizadas ao longo da história do marketing, mas sempre com o intuito de satisfazer o imaginário masculino. Rever isso pela lógica da mulher como a principal receptora da mensagem muda, sim, tudo.

Complexo, não é mesmo? Mas e você? Como encara a ideia dessa propaganda? Comente em nosso post do podcast no Instagram!

Snoopy Dog, Mary J. Blige e Kendrick Lamar fazem show no intervalo do Superbowl 

Bom, você pode nem saber quem venceu o Superbowl no último domingo, mas é difícil ignorar a repercussão do show do intervalo.

A aguardada apresentação realizada na final do campeonato de futebol americano, que já teve performances de Lady Gaga, Beyoncé, Madonna e U2, só pra citar alguns nomes, reuniu nesta última edição um time de estrelas do rap.

Dr. Dre, Snoopy Dog, Mary J. Blige, Kendrick Lamar e Eminem performaram juntos para a audiência de 112,3 milhões de espectadores - e isso só nos Estados Unidos.

O show teve ainda uma participação surpresa do rapper 50 Cent, que fez uma auto-referência e surgiu de cabeça para baixo, pendurado pelas pernas, como em seu videoclipe In Da Club, de 2003.

Mas o que causou barulho mesmo foi a imagem de Eminem, ao fim da música Lose Yourself. O cantor se ajoelhou no palco, repetindo o gesto de protesto do quarterback e ativista anti-racista Colin Kaepernick, e assim ficou por cerca de 40 segundos.

Relembrando aqui, em 2016, Kaepernick se ajoelhou durante a execução do hino nacional americano em protesto à violência policial contra cidadãos negros. Vários outros jogadores seguiram a manifestação de Kaepernick e passaram a também se ajoelhar durante a execução do hino.

Parte do público apoiava o ato e parte achava um desrespeito. Donald Trump, presidente dos Estados Unidos na época, chegou a pedir que a National Football League proibisse os jogadores de realizar o protesto antes das partidas.

De fato, houve algumas tentativas de impor sanções a jogadores que se ajoelhassem durante o hino, mas essas restrições nunca foram para frente.

Já Colin Kaepernick nunca mais foi chamado por nenhum time, depois do encerramento do seu contrato com o San Francisco 49ers.

Mas voltando ao Superbowl: no dia seguinte ao show, circulou o burburinho de que Eminem teria sido advertido durante os ensaios de que não deveria fazer o gesto na apresentação ao vivo. E que teria decidido passar por cima da orientação e se ajoelhar mesmo assim.

Na sequência, entretanto, a liga nacional de futebol desmentiu a informação. De acordo com o porta-voz da NFL, Brian McCarthy, eles estavam cientes do que Eminem planejava fazer e não se opuseram.

Em tempo: quem venceu a partida final do Superbowl, no domingo, foi o Los Angeles Rams, que derrotou o Cincinatti Bengals por 23 a 20.

Rihanna e Naomi Campbell são as mães mais estilosas do momento 

Rihanna revolucionou a indústria da beleza com as dezenas de tons de base da Fenty Beauty, deu um chacoalhão no mercado de lingeries e no conceito de sexy com a sua Savage X Fenty, e ao que tudo indica vai abalar as estruturas este ano em outro setor.

Depois da revelação de que Riri e o rapper Asap Rocky vão ter um filho, a moda gestante nunca mais vai ser a mesma.

Nas suas aparições públicas, a cantora já deixou bem claro que não vai fazer a linha grávida de vestido soltinho, bata e calça jeans com elástico. Nas primeiras imagens oficiais de sua gestação, Rihanna aparece com um casaco puffer vintage, da Chanel, com correntes e pedrarias cobrindo a barriga de fora.

Em um evento da Fenty Beauty, na semana passada, a cantora surgiu num look da grife The Attico, com frente única verde e calça degradê em tons de rosa, todo trabalhado em franjas metalizadas, deixando bastante pele à mostra.

Em outra ocasião, Riri exibiu a barriga com um top com amarração frontal em zigue-zague e legging.

Ou seja: futuras mamães do mundo todo podem agradecer a cantora por tirar o guarda-roupa das grávidas do tédio que costuma reinar essa fase da vida.

E ainda falando de maternidade, não dá pra deixar de mencionar outra mãe que fez barulho esta semana: pela primeira vez, os fãs de Naomi Campbell puderam ver o rosto da filha da modelo. A bebê nasceu em maio do ano passado, quando Naomi postou uma foto dos pezinhos da menina. Agora, finalmente, a top posou para um ensaio revelando a fofurice completa dessa bebê.

E na primeira pílula de Beauté de 2022, o nosso queridíssimo editor de beleza, Pedro Camargo, vem com uma dica mais do que especial para os nossos ouvintes. Que dica é essa, Pedro?

"Estamos de volta, gatinhas! Feliz ano novo! Que alegria falar com vocês em 2022, ano que a Biossance completa cinco anos de história! Vocês conhecem a Biossance? Quem é beauty lover com certeza já ouviu falar do Esqualano da marca que, ao invés de ser extraído do fígado do tubarão, tem origem vegetal e preserva todas as benesses da versão original do babado. Fala sério? Hidratação e nutrição ao máximo e com responsabilidade… Não fica muito melhor do que isso. Aliás, não sei se vocês sabem, mas a Reese Witherspoon é a embaixadora da marca e venho por meio desta revelar que sabemos o produto preferido da atriz: é o óleo facial de vitamina C com extrato de rosas e esqualano. E não é à toa, tá, querida? Ele ilumina, firma e hidrata a pele com um efeito glow instantâneo! Então é isso, amorecos, se você ainda não experimentou as maravilhas da Biossance, para de ser boba! Seu rosto merece essa luz, esse SPA, essa magia! Beijos, turminha! Happy Birthday, Biossance, Happy Birthday to you!"

E para finalizar o episódio de hoje, a nossa editora de cultura, Bruna Bittencourt, volta com tudo, indicando um documentário sobre uma personalidade que, vira e mexe, tem uma polêmica sua explicada por aqui. Sim, estamos falando de Kanye West, ou melhor, Ye. Explica pra gente, Bru!

"Estreou na quarta-feira passada na Netflix, o primeiro episódio de Jeen-Yuhs: Trilogia Kanye, um documentário dividido em três partes sobre a trajetória de Kanye West, que mudou oficialmente seu nome para apenas Ye. O documentário resgata do início da carreira do rapper até os dias de hoje e joga luz sobre o Ye antes do estrelato. Passando do streaming para as redes sociais, mais especificamente para o Instagram, Ye protagonizou algumas polêmicas nas últimas semanas. Primeiro, fez acusações públicas à ex-mulher Kim Kardashian pelo fato de North, filha do casal, ter postado um vídeo no TikTok, sem seu consentimento. Depois, exigiu que Billie Eilish se desculpasse com seu ex-cunhado, o rapper Travis Scott, que enfrenta um processo pelo fato de 10 pessoas terem morrido durante uma apresentação sua, no Astroworld, um festival criado por ele. Isso porque, dias antes, Billie socorreu um fã durante um show seu. E afirmou que se ela não se desculpar, ele não irá se apresentar no Coachella, do qual é um dos headliners. Por fim – ou pelo menos até a gravação deste podcast –, Ye apagou todos as postagens de seu perfil no Instagram e publicou um mea-culpa por seu comportamento nas últimas semanas. Para completar, terminou seu namoro pra lá de midiático com a atriz Julia Fox. Mas vamos ao que interessa: a música de Ye. Ele anunciou para a próxima terça-feira, uma data cheia de simbolismos, 22.02.2022, uma performance em Miami de Donda 2, seu novo e inédito álbum. Por aqui a gente fica com "Every hour", de Jesus is king, o álbum em que fez um mergulho gospel."

Este episódio usou trechos das apresentações de Carolina Herrera e Collina Strada do inverno 2022; além das músicas Autumn in New York, de Ella Fitzgerald e Louis Armstrong; London Bridge, de Fergie; Boys Don't Cry, de Anitta; Lose Yourself, de Eminem; I'm Back, de Rihanna; Beg For You, de Charli XCX; Bad Guy, de Billie Eilish

E nós ficamos por aqui. Eu sou Patricia Oyama. E eu sou o Gabriel Monteiro. E a gente sempre te lembra: curte o ELLE News?

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Agora, bora sextar. Até semana que vem!

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